Nuno Crato já mudou outra vez de modelo a seguir? Nem se trata de comparar modelos e de aprender com o estudo; é elementar que isso se faça. O que está em causa é um ministro que só tem duas ideias fixas: cortes em regime de back to basics e privatização das escolas associada a um elitismo preconceituoso. Tudo o resto é em registo desconhecedor (que já se conhecia antes de tomar posse, quando usava uma veia propagandista e manipuladora que se revelaria, naturalmente, tão eduquesa como a que criticava) do sistema escolar do básico e do secundário.
Desde 2011 que o MEC, e os seus apoiantes políticos, já seguiram várias propostas. A Suécia e a Alemanha antes do PISA (o dual e o vocacional fizeram mesmo alguma mossa e as ideias de privatização também ajudaram na descida aos infernos), mas o insucesso evidente obrigou os cata-ventos a virarem-se para a Ásia e agora para a Polónia. Os argumentos são mesmo inovadores e as propostas jamais praticadas em ambiente terrestre; e desculpem-me a ironia. O que cansa nesta sucessão de "reformistas" é o desrespeito pela nossa experiência.
Lá se foi a Suécia LOL!!!!!!
ResponderEliminarValha-me Santa Apólonia...Que é lá que desembarcam aos magotes,os polacos,coitados...
ResponderEliminarCrato devia querer comparar os Estaleiros de Viana do Castelo com os Estaleiros de Gdansk e enganou-se na sequência.
ResponderEliminarNem dá para perceber bem de que é que ele está a falar, pois até diz que "[Os resultados] têm a ver com um conjunto de fatores que está no centro da preocupação das reformas que estamos a fazer... " Mas quais reformas é que estão a fazer?! Só se for a aniquilação das escolas públicas em prol da iniciativa privada financiada pelo Estado! E onde está a "autonomia das escolas em termos de métodos de ensino"??? O método de amontoar mesas e alunos em espaços previstos para 20 e tais, mas agora com 30 ou mais?!
De facto, não há pachorra! Pena que ele não se exprima em polaco para que o percebamos melhor.
Exacto Vanessa. Isso vai mesmo?
ResponderEliminar:) e Campanhã, já agora.
ResponderEliminarNão há mesmo pachorra Ana.
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