terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

recortes

 


 


 


 


 


Recebo recortes da imprensa escrita, o que agradeço, que se referem à mediatizada privatização do sistema escolar. Há bastante informação escrita sobre o assunto. Dois dos recortes referem questões algo singulares.


 


Apesar do assunto ser nacional, o silêncio tem sido quase uma regra. Há explicações. Um dia, lá mais para a frente, darei conta do que penso sobre isso a partir do caso que conheço melhor. Será um contributo para a elevação da democracia.


 


O Diário Económico de 29 e Janeiro de 2014 publica uma tabela com números interessantes. Também pode aceder ao documento aqui.


 


 


 



 


O Jornal de Leiria de 31 de Janeiro de 2014 destaca a acção dos professores das Caldas da Rainha e não se pense que esses cidadãos não são alvo de incomodidades por causa do exercício democrático. Mas leia a opinião da jornalista.


 


 



 


 


 


 


 

10 comentários:

  1. O Grupo GPS é uma organização mafiosa, onde um grande e poderoso polvo, constituído por exgovernantes, expolíticos e alguns tubarões ligados à maçonaria, vêem sugando o herário público, obrigando o país à austeridade e aos sacrifícios.

    Acredito que este seja só e apenas um mero exemplo de muitos outros semelhantes, que servem os interesses desses chulos, corruptos e agiotas, que nas últimas 3 décadas têm povoado os corredores do poder e delapidado os interesses do país e do povo português.

    Não me espantaria nada ver o Miguel Relvas e outros comparsas seus, depois de sairem do Governo ocuparam altos cargos numa das muitas GPS's, que polulam um pouco por todo este país.

    É por isso que hoje estamos ondes estamos.

    ResponderEliminar
  2. As outras áreas da sociedade já estavam afectadas, portanto,só faltava a "trafulhice"chegar à área da educação. Espero que a PJ prenda essa"bandidagem"que está ligada aos partidos políticos. Tem de se pôr um FIM nisto!

    ResponderEliminar
  3. Rui Rodrigues, Amadora4 de fevereiro de 2014 às 19:44

    Parabéns, senhoras e senhores PROFESSORES!

    ResponderEliminar
  4. Creio que na matéria em apreço (contratos de associação) se alimenta alguma confusão de níveis de abordagem: o legal (jurídico, criminal) e o político (ético, até). O facto de não haver qualquer irregularidade no primeiro (assunto de polícia), em nada toca o segundo: a legitimidade de o Estado pagar a prestadores privados serviços desnecessários ou redundantes - na educação, na saúde, na consultadoria jurídica, etc.

    ResponderEliminar
  5. Acima: "determinar se é legítimo o Estado pagar (...)". É este o principal problema.

    ResponderEliminar
  6. Escapou-me o comentário anterior Lúcio. Li-o, mas não comentei. Concordo com o principal problema identificado.

    ResponderEliminar
  7. estes colegios só se preocupam com as medias e do dinheiro que entra , nada mais

    ResponderEliminar