Recebo recortes da imprensa escrita, o que agradeço, que se referem à mediatizada privatização do sistema escolar. Há bastante informação escrita sobre o assunto. Dois dos recortes referem questões algo singulares.
Apesar do assunto ser nacional, o silêncio tem sido quase uma regra. Há explicações. Um dia, lá mais para a frente, darei conta do que penso sobre isso a partir do caso que conheço melhor. Será um contributo para a elevação da democracia.
O Diário Económico de 29 e Janeiro de 2014 publica uma tabela com números interessantes. Também pode aceder ao documento aqui.
O Jornal de Leiria de 31 de Janeiro de 2014 destaca a acção dos professores das Caldas da Rainha e não se pense que esses cidadãos não são alvo de incomodidades por causa do exercício democrático. Mas leia a opinião da jornalista.
Bem hajam!
ResponderEliminarO Grupo GPS é uma organização mafiosa, onde um grande e poderoso polvo, constituído por exgovernantes, expolíticos e alguns tubarões ligados à maçonaria, vêem sugando o herário público, obrigando o país à austeridade e aos sacrifícios.
ResponderEliminarAcredito que este seja só e apenas um mero exemplo de muitos outros semelhantes, que servem os interesses desses chulos, corruptos e agiotas, que nas últimas 3 décadas têm povoado os corredores do poder e delapidado os interesses do país e do povo português.
Não me espantaria nada ver o Miguel Relvas e outros comparsas seus, depois de sairem do Governo ocuparam altos cargos numa das muitas GPS's, que polulam um pouco por todo este país.
É por isso que hoje estamos ondes estamos.
As outras áreas da sociedade já estavam afectadas, portanto,só faltava a "trafulhice"chegar à área da educação. Espero que a PJ prenda essa"bandidagem"que está ligada aos partidos políticos. Tem de se pôr um FIM nisto!
ResponderEliminarParabéns, senhoras e senhores PROFESSORES!
ResponderEliminarExacto.
ResponderEliminarÉ isso Ruca.
Creio que na matéria em apreço (contratos de associação) se alimenta alguma confusão de níveis de abordagem: o legal (jurídico, criminal) e o político (ético, até). O facto de não haver qualquer irregularidade no primeiro (assunto de polícia), em nada toca o segundo: a legitimidade de o Estado pagar a prestadores privados serviços desnecessários ou redundantes - na educação, na saúde, na consultadoria jurídica, etc.
ResponderEliminarAcima: "determinar se é legítimo o Estado pagar (...)". É este o principal problema.
ResponderEliminarEscapou-me o comentário anterior Lúcio. Li-o, mas não comentei. Concordo com o principal problema identificado.
ResponderEliminarestes colegios só se preocupam com as medias e do dinheiro que entra , nada mais
ResponderEliminarEnfim.
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