sábado, 15 de março de 2014

1000 euros

 


 


 


 


Para Gaspar, P. Coelho, M. L. Albuquerque, Moedas e por aí fora, mil euros é o tecto salarial reservado ao povo e aos seus quadros superiores; acima disso é-se rico e esse espaço é reservado a quem se movimente nos aparelhos partidários, e nas suas órbitas evidentemente, que governam. Os banqueiros e os directores executivos das grandes empresas monopolistas (é a linguagem escolhida pelo Nobel Joseph Stiglitz) são uma casta desregulada que tem que ser muito bem tratada. Aliás, o FMI, por exemplo, é mesmo intocável e como credor fica de fora de qualquer perdão de dívida. E porquê? Porque são muito produtivos e infalíveis; os investigadores menos comprometidos é que andam distraídos ou então desconhecem as folhas excel.


 


 



 


 


 


 


 


 

4 comentários:

  1. É esta a política de rigor deste Governo!

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  2. Já estamos no lugar onde nos queriam colocar.

    Todas as conquistas conseguidas com o 25 de Abril de 1974 já se foram, faltando, apenas, começar a silenciar e pela repressão física quem tiver a ousadia de ferir o orgulho de algum dos nossos governantes através das palavras.

    Benvindos a 24 de Abril de 1974, mas desta vez também com falta de trabalho.

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