O MEC quer que os professores que não são do quadro sejam contratados por cada uma das escolas ou agrupamentos com autonomia.
Quem ler, e se não estiver por dentro do assunto, que os professores preferem um concurso nacional pelas listas de graduação e que, com os meios ao dispor, uma colocação nunca demorará mais do que dois dias, pensará que os professores são uns conservadores e que têm medo da mudança. Desde que, por volta de 2003, os sociais-democratas-além-da-troika+socialistas-terceira-via tomaram conta dos concursos de professores que a regressão até à década de setenta do século passado foi vertiginosa.
A realidade na colocação de professores, que se aproxima de 1978 e que faz terraplenagem de duas décadas de muito conhecimento adquirido, está patente nesta declaração da Associação Nacional dos Professores Contratados:
O que o MEC devia fazer - e já - era pôr fim às ofertas de escola; num país onde a corrupção graça como cogumelos as ofertas de escola estimulam o vicio das contratações por conveniência e não por mérito. Todos as vags deviam de constar no Concurso Nacional ou na Bolsa de recrutamento do Ministério.
ResponderEliminarA injustiça continua pois na maior parte dos agrupamentos para os 50% destinados à entrevista continuam a aparecer critérios como: Ter estado no Agrupamento no ano anterior; Tempo de serviço no Agrupamento; Dar continuidade aos projetos do Agrupamento, etc… Será que estes critérios fazem sentido numa carreira onde a mobilidade é uma constante de ano para ano? Será que faz sentido chamar 400 candidatos para uma entrevista, à mesma hora? Se existe uma lista com a graduação porque não se segue a lista? Parece que continua a haver muitas questões por resolver…
ResponderEliminarParece-me sensato.
ResponderEliminarNa década de sententa do século passado era mais ou menos assim.
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