As cantinas universitárias serviram menos um milhão de refeições e Passos Coelho dirá, como o economista austríaco Joseph Sumpeter (1942), que é uma destruição criadora. Crato afirmará a exigência das suas políticas (comer em excesso dá uma ideia de facilidade, sublinhará), o presidente do CNE, o ex-ministro do Governo Barroso, David Justino, concluirá que são ganhos de eficiência, Arnaud considerará que quem usa cantinas é gente sem-mundo e Relvas aconselhará a que se dediquem a empresas facilitadoras de negócios e que aguardem pelas equivalências.
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