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terça-feira, 16 de setembro de 2014

o mec não se explica?

 


 


 


 


Há, pelo menos desde a década de setenta do século passado, literatura docimológica que aborda a transferência entre escalas na avaliação escolar.


 


Os conhecidos Viviane e Gilbert Landsheere introduziam conceitos de estatística elementar para fundamentarem os cuidados nessas transferências.


 


Por exemplo, a escala de 1 a 5 tem a média a meio do 3 (o 3 é o primeiro patamar da positiva escolar, digamos assim), enquanto que a escala de 0 a 20 tem o mesmo patamar no 10 ou a de 0 a 100 no 50. Numa transferência da escala de o a 20 para a de 1 a 5, o 10 não corresponde linearmente ao 3, uma vez que existem valores inferiores ao "meio do 3" que seriam positivos na avaliação escolar considerando a estatística elementar.


 


Apresentei um pequeno exemplo que é tido em conta com todos os cuidados pelos sistemas escolares há cerca de 50 anos.


 


E não é que um MEC, que enche o discurso de atestados de incompetência, principalmente em aritmética, aos seus professores e em pleno 2014, consegue pegar em duas escalas (de 0 a 20 e de 0 a 100), somar a classificação que um individuo obtém em cada uma delas, dividir por dois e achar que, assim, o produto corresponde a um peso de 50% em cada uma das classificações.


 


 


 


 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

se nos ocuparem o interior, quanto tempo é que a malta de Lisboa e Porto demorará a perceber o acontecimento?

 


 


 



 


 


Se um dia os denominados Jihadistas recuperarem Granada e Córdoba com a ideia de dominarem a Penísula Ibérica (o Gharb al-Andalus incluía o que é hoje o território português, o Alhambra demonstra como isso foi possível e não se pode dizer que a história não se repete) do mesmo modo que estão a erguer um Califado na Síria e no Iraque, há uma interrogação que devemos colocar: com o despovomento em curso, quanto tempo é que a malta de Lisboa e Porto demorará a pereceber a ocupação do interior?


 


 


 


 


 

domingo, 20 de abril de 2014

destruição criadora, como o austríaco Joseph Sumpeter (1942)

 


 


 


 


 


As cantinas universitárias serviram menos um milhão de refeições e Passos Coelho dirá, como o economista austríaco Joseph Sumpeter (1942), que é uma destruição criadora. Crato afirmará a exigência das suas políticas (comer em excesso dá uma ideia de facilidade, sublinhará), o presidente do CNE, o ex-ministro do Governo Barroso, David Justino, concluirá que são ganhos de eficiência, Arnaud considerará que quem usa cantinas é gente sem-mundo e Relvas aconselhará a que se dediquem a empresas facilitadoras de negócios e que aguardem pelas equivalências.


 



 


 



 


 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

e as consequências resumem-se a cortes nos salários e nos subsídios?

 


 


 


Uma Câmara Municipal pagou uma escola que nunca foi construída e ficou, de tal forma, sem voz em assuntos da Educação que a agregação de escolas no concelho respectivo tem uma dimensão de pasmar. A corrupção no nosso país foi tão descarada que é bem possível que tivesse acontecido uma coisa parecida com a que imaginei na primeira frase.


 


Todos os dias temos notícias sobre a corrupção e haverá qualquer coisa de spin no meio de tudo isto, como se viu recentemente no desanuviamento do relvasgate.


 


No mês em que muitos de nós ficam sem subsídio de férias por causa da corrupção, a interrogação é simples e humorada: esta gente não repõe os desfalques porquê?


 


 


Parque escolar pagou obras que não foram feitas


 


Custos dispararam nas obras da Parque Escolar em benefício dos empreiteiros