sábado, 5 de abril de 2014

não só não implodiu

 


 


 



 


 


Nuno Crato prometeu implodir o MEC, mas terminará o mandato com o sistema escolar mais centralizado (alimentou o mau centralismo) e com as escolas públicas mais perto da implosão. O ministro revelou-se um especialista em minas e armadilhas, só que invertido.


 


O processo para a correcção do teste elaborado pela Univesidade de Cambrige é um espelho. É que aqui nem existe a desculpa do ministro não ter peso político e da escola pública ser desprezada pelos membros do Governo. Basta ler os detalhes.


 



 


 


 


É a tradicional terraplenagem sobre a organização das escolas.


 



 


 


São os cortes a eito, aumentos no número de alunos por turma e nos horários dos professores, que só são aceitáveis em quem não põe, ou nunca pôs, os pés numa sala de aula.


 



 


 


 


O obrigatório é uma decisão do MEC, leia-se. É mesmo muito mau tudo isto.


 


 


 

5 comentários:

  1. A cratinice nunca mais vai de vela? Quando começou já era tarde.

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  2. A Universidade de Cambridge que contrate professores para corrigir as provas. Não foram eles os autores desta porcaria?

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  3. Mansos...

    Os professores só tem o que merecem.


    Mansos

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  4. Sim, mas o MEC tem todas as responsabilidades.

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  5. O ano passado também se dizia isso e no final do ano lectivo existiram greves históricas. Mas nota-se alguma saturação.

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