terça-feira, 6 de maio de 2014

até a troika se beliscou

 


 


 



 


 


Nuno Crato disse, hoje no parlamento, que não "há compromissos com a troika para a Educação" para o que vem aí. Pudera. Até a troika deve ter ficado pasmada com a falta de peso político de Crato que permitiu que os cortes a eito neste sector tivessem sido o triplo do acordado.


 


Há um detalhe, o público-privado na Educação, que entrou de vez na agenda mediática e que embaraça o actual ministro. Como se sabe, uma das primeiras medidas do exercício de Crato foi o aumento do valor por turma nas escolas cooperativas financiadas pelo Estado. Os jornalistas estão atentos e questionam o ministro sobre a abertura de turmas no próximo ano lectivo e sempre com o Oeste na mente. No caso que conheço melhor, as Caldas da Rainha, os colégios existentes sobrelotaram a oferta também no ensino secundário (algo que nem sequer estava previsto na escola pública que não foi construída para dar lugar a uma escola do Grupo GPS) e, no mínimo, espera-se que comecem por encerrar a abertura de turmas neste nível de ensino. Veremos qual é o "mínimo possível" a que se refere Nuno Crato.


 


 



 


 


 


 

5 comentários:

  1. Muito bem! Vamos ver se não vai pagar ainda mais aos privados.

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  2. O sonho da Direita é acabar com toda a educação e ensino públicos. Ter um povo analfabeto funcional e incapaz de ser crítico. Estão a cortar naquilo onde já não há mais margem para cortes. Enquanto, pelas costas, vão aumentando o financiamento ao privado. O que se dirá a todos os recém licenciados que estão nos quartejos e esperam um posto de trabalho nesta área? Que entretanto emigrem? Que estamos de novo em pleno salazarismo? Lindo exemplo que estão a dar às gerações futuras. Há custa de quererem lixar uns, destroem o país todo, com a vossa fúria assassina.

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  3. Uma conspiração sinistra, portanto...

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  4. Como se fosse possível acreditar...

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  5. É muito difícil acreditar PF, concordo.

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