quarta-feira, 28 de maio de 2014

editorial (22)

 


 


 


 


 



 


 


 


 


 


Quando comecei o Correntes não imaginava o que iríamos viver.


 


Se me tinha prometido não escrever sobre assuntos escolares, a ideia foi progressivamente abandonada a partir de 2006. O registo entranhou-se e só o tempo ditará o destino do blogue. Habituei-me desde cedo a não dizer nunca, em questões que não ultrapassem, obviamente, determinados limites, e a responder pelos meus actos. Sei dos custos da independência, mas a sensação de liberdade é oxigenante.


 


Quando olho para trás, e para cerca de 7665 posts, não dou o tempo por perdido. Escrever organiza as ideias e o nosso mundo e é um exercício de risco. Gosto disso. A linguagem exprime emoções e não escapo ao registo intimista.


 


Escolho os assuntos de acordo com os meus critérios e não adopto o registo assim-assim ou o calculismo da publicação para agradar a quem quer que seja. Dizem-me que, por vezes, sou contundente. Não faço por isso, mas não me queixo do retorno.


 


Os blogues são uns clássico das redes sociais e ao fim de uns anos os seus arquivos ensinam-nos a lidar melhor com o tempo.


 


Obrigado a todos os que passam por aqui.


 


 

21 comentários:

  1. Obrigada Paulo! Por tudo, mesmo.
    Beijo

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  2. Rui Rodrigues, Amadora28 de maio de 2014 às 22:18

    Obrigado Paulo!

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  3. Dos sítios mais refrescantes por onde se pode passar.

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  4. Sendo (ainda) os blogues o único tipo de redes sociais que frequento e este espaço um dos raríssimos que tenho como referência e por onde passo com regularidade, resta-me esperar que o Paulo mantenha abertas as suas portas e janelas.
    Não comento lá muito, é certo, mas isso tem a ver apenas com o meu modo de ser...
    Obrigado!
    Abraço!

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  5. Eu é que agradeço Carlos. Obrigado.

    Abraço também.

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  6. Obrigada, Paulo, por estares sempre aí/aqui para nós.

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