sexta-feira, 30 de maio de 2014

professores em pé de guerra

 


 


 


 


A carreira dos professores (estatuto e concursos) é, há cerca de uma década, uma história de atropelos graves provocados por incompetências técnica e política associadas à engenharia social e financeira complementada depois com os cortes a eito para além da troika. Tudo com assinatura do arco da governação.


 


Há professores mal colocados e longe da residência há uma década (e muitos nem sabem), há professores seriamente prejudicados por terem sido titulares e outros por não o terem sido e por aí fora. É um rol interminável a que se acrescenta agora um concurso de vinculação extraordinária que exclui os professores do quadro. Digamos que o desrespeito pela profissionalidade dos professores começou com o inenarrável concurso de 2004, acentuou-se com o estatuto chavista made in ISCTE e afundou-se com os cortes a eito de género MRPP.


 


Ao contrário do título da notícia, os professores estão em pé de guerra e não em guerra uns contra os outros.



 


 


 


 

2 comentários:

  1. Segundo o Decreto-Lei n.º 83-A/2014 o concurso externo é anual e o interno é quadrienal. Ler artigo 6º. Logo os professores do quadro só poderão concorrer no próximo concurso interno. Este decreto lei prevalece sobre a lei geral. A lei 12A não se aplica pois posteriormente existe este Decreto-Lei n.º 83-A/2014 .
    O concurso externo destina -se ao recrutamento de candidatos que, preenchendo os requisitos previstos no artigo 22.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância
    e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto -Lei n.º 139 -A/90, de 28 de abril, doravante designado abreviadamente por ECD, pretendam ingressar na carreira.

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