quarta-feira, 6 de agosto de 2014

uma CGD forte, portuguesa e pública

 


 


 


 


Queremos uma Caixa Geral de Depósitos forte, portuguesa e pública, afirmou, sem pestanejar, na SICN a deputada do CDS Teresa Caeiro numa clara demonstração de que o neoliberalismo se está a desmoronar por ser mais um sistema político inumano. Esta mudança de 180 graus é previsível na direita dos interesses, mas ainda se fica à espera da voz dos patriotas do "Compromisso Portugal" que advogavam o esvaziamento em massa dos serviços públicos. Percebe-se cada vez melhor o destino desse corte na escola pública (o alvo prioritário) e só se consegue elogiar a teatralidade desses saqueadores do bem comum.


 


 


 

3 comentários:

  1. O caso BES foi gerido com mestria.
    Foram separadas as águas turvas das restantes, não houve abalos e até os pequenos accionistas foram salvaguardados!
    Como salientou a ministra, foi deprimente os deputados ignorarem leis que aprovaram motivando chinfrins e desorientação na feitura de um problema para o país e enxovalho para o Passos!
    Há coisas que nascem no berço e a oposição nasceu numa cavalariça!

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  2. ... este governo queria isso... a teses da privatização da CGD começou com Durão Barroso...

    Assinou também a redução do IRC ás grandes empresas e tem votado sempre a favor das deduções no IRC para os mesmos, incluindo grande companhias portuguesas, sediadas na... Holanda.

    Votar PS, PSD, CDS e em branco, só por mero desleixo e irresponsabilidade.

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  3. Tudo factual Luís Reis.

    A família Salgado nascia em berço à gerações, Pedro David?

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