Jean-Claude Juncker (tem nome de esquentador de marca alemã, mas é luxemburguês e é o novo presidente da Comissão Europeia (CE)), parece estar envolvido no esquema seguinte: "(...)acordos secretos com Luxemburgo permitem a 340 multinacionais pagarem menos impostos(...)".
Há uma tendência da Europa para se afundar que dá ideia que é obrigada a isso por quem manda no mundo. Só pode ser ou então o velho continente está dizimado pela grande corrupção. Sei lá. Os Goldman Sachs´s (o comissário Moedas fez parte do grupo) e afins escolheram um tal mordomo das Lajes para presidente da CE e agora indicam uma personagem que mal toma posse é fragilizada desta forma. É sempre a descer, realmente.
Esta nova história do Luxemburgo assemelha-se à questão BES. Há muito que se sabia que o BES constituía uma associação de malfeitores. Há muito que se sabe que o Luxemburgo é um paraíso fiscal.
ResponderEliminarSão as virgens ofendidas do costume, que sempre se aproveitaram do sistema, a vir reclamar sanções.
Todos sabiam e muitíssimos gostavam de aceder às tetas das vacas então sagradas, BES e Luxemburgo.
Por cá as coisas estão a recompor-se no figurino dos figurões.
Ao Sub-Padrinho Ricciardi não foi retirada a licença e quer ser parte no negócio do BESI com os chineses e o principal DNT (Dono das Negociatas em Portugal) o omnipresente Proença de Carvalho continua a influenciar os grandes negócios e a patrocinar os seus camaradas do crime.
Eça agora. Portugal como sempre.
Enfim.
ResponderEliminarÉ uma engrenagem sem fim? Muito sinceramente, só temo que estas coisas acabem numa guerra.
Para muita gente a guerra começou há muito.
ResponderEliminarSem dúvida Rui. Para pessoas a mais, dirão os actuais dirigentes europeus.
ResponderEliminar1- nova história não; esta noticia é uma velha história há muito conhecida. Assisti a uma conferência de imprensa do ainda PM Juncker a assumir que o Luxemburgo continuaria a beneficiar fiscalmente as empresas enquanto na UE existissem outros países a fazer o mesmo (Irlanda, Holanda, etc., etc.).
ResponderEliminar2- Efetivamente a guerra já começou há muito; não se ouvem os tiros e explosões mas assiste-se ao sofrimento silencioso de milhões com a Alemanha a gerir os países da UE.
Enfim.
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