sábado, 10 de janeiro de 2015

não é a retórica dos mandarins

 


 


 


 


Desde 2006, 2007, que a luta de classes se tornou óbvia nas democracias ocidentais. Joseph Stiglitz sublinhou-o e ainda há tempos publiquei um post a propósito do seu último livro onde se pode ler uma referência à célebre entrevista ao super-rico dos EUA Warren Buffett. Foi este último quem disse, em 2006, que "existe uma guerra de classes, sem dúvida, mas é a minha classe - a classe dos ricos - que está a fazer a guerra, e estamos a ganhá-la."


 


O que mais me tem impressionado não é a retórica dos Mandarins; esses são 1% e Warren Buffett é uma excepção. O que mais custa ouvir e ler são os serviçais onde se incluem os nossos últimos governantes acolitados num batalhão de comentadores que só se "alimentam" em quem lhes estende a mão. É claro que há todo um exército de eleitores que legitima o auto-sofrimento.


 


 


 


Já usei estes argumentos noutro post.


 


 


 


  

2 comentários:

  1. “E em vez de apoiarem as escolas, preferem retirar-lhes competências e autonomia.”

    É precisamente nos Conselhos Gerais que começa o clientelismo político-educacional: os representantes das autarquias têm quase sempre a “última palavra” quando se trata de eleger os Directores de escola e os candidatos a Directores sabem-no muito bem.

    E o resultado dessa eleição é muitas vezes mais do que duvidoso, parecendo a consumação de uma troca de favores…

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