domingo, 1 de março de 2015

bilderberg em alta

 


 


 


Peguei no primeiro caderno do Expresso (edição digital) e percebi que a semana deu alento ao espírito Bilderberg e que o jornal estava no registo folheto-em-campanha. Quando cheguei à página 04 passei para a revista antes de mudar de vez para a obra completa de Nuno Bragança.


 


Repare-se nesta seta alta. Este vale tudo é de bradar, realmente.


 


Captura de Tela 2015-03-01 às 09.53.19.png


 


O jornalismo comandado por Bilderberg omite que o presidente do CNE disse que cada chumbo é um aluno novo. Para além de tudo, esta corrente detesta que lhes digam que o principal problema do insucesso escolar está há muito identificado: "sociedade ausente para uma escola transbordante".


 


Limito-me a repetir:


 



"Há 150 mil reprovações por ano no básico e no secundário. Como o tribunal de contas diz que cada aluno custa 4 mil euros por ano, e como o presidente do CNE diz que cada reprovação é um aluno novo, as reprovações custam 600 milhões de euros", diz o jornalista.




Sinceramente, não me lembro de um tempo com tanta falácia na Educação.




Boa parte dos alunos que reprovam integram turmas que existiriam sem a sua frequência. É evidente que globalmente talvez se reduzissem algumas turmas, mas isso é sei lá o quê num país que tem que excesso de alunos por turma até nas que têm alunos com necessidades educativas especiais. Se acrescentarmos a estes achamentos a sentença de alguém da confederação de encarregados de Educação (os alunos só devem repetir as disciplinas em que reprovaram) então ficamos completamente esclarecidos sobre o conhecimento que paira sobre estes estudos.




Não vou discutir neste post a questão pedagógica, mas estas pessoas deviam fazer um estágio com presença em salas de aula numa escola escolhida pelos professores e com um regime sem reprovações.


2 comentários:

  1. E depois vemos que não existindo enquadramento jurídico para pagamento de dívidas prescritas é importante que a Segurança Social explique como e em que termos legais as recebeu! Ou quis o Sr da Mota Soares abafar o assunto desta forma? É preciso que se saiba que tipo de primeiro ministro acusou os portugueses de terem vivido acima das possibilidades e a sua contribuição para a desgraça financeira do País. Se tivesse um pingo de vergonha, o que não tem, demitia-se.

    ResponderEliminar