Hoje são os "problemas com a formação dos correctores de exames". Ou seja, Crato, o do "horror ao facilitismo dos outros", esqueceu-se que para a industria dos exames necessitava de correctores e não de pessoas que na recta final do ano lectivo levassem com centenas de provas e em muitos casos de programas que não leccionavam há anos ou que nunca leccionaram. Afinal, a examinocracia cratiana, cuja propaganda exige catadupas de provas a todos e nos anos quase todos, tinha mais desconhecimentos para além dos já identificados: exames exigem salas sem aulas, vigilantes sem alunos, secretariados de exames sem alunos, agrupamentos de exames sem alunos e correctores de exames sem alunos.
Só uma "pequena" correcção: "programas que não leccionavam há anos", deve acrescentar-se: ou que nunca leccionaram; pelo menos na minha escola foi o que aconteceu com vários colegas. Para Matemática 12º ano, foram chamados colegas que apenas leccionaram uma vez o 10º ano!
ResponderEliminarCorrigido. Obrigado.
ResponderEliminarUma colega estava designada para corrigir quase simultaneamente (seriam entregues com um dia de diferença) provas de Matemática (de 9º ano) e de Matemática Aplicada às Ciências Sociais (de 11º ano). Como é possível?!
ResponderEliminarImpressiona realmente o terraplenagem do estatuto dos professores. Já nem pela doença há respeito.
ResponderEliminarMas também há professores que leccionam a disciplina há anos, mas como não pertencem à bolsa de classificadores não foram chamados. Leccionam a disciplina há anos, quer o 10º, quer o 11º e corrigiram desde 2006. Só deixaram de o fazer desde que há a bolsa. Não está correcto.
ResponderEliminarEnfim. Um desnorte.
ResponderEliminaros exames que sejam feitos pelas universidades porque é esse o intuito principal deles. e queria ver os profs universitários a aceitar corrigir exames graciosamente...
ResponderEliminar(por isso e pelo facto dos ministros serem profs universitários é que exames nacionais nas universidades, jamais...)
Boa questão, se me permite. Já foi muitas vezes colocada e nunca discutida.
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