Escrevi assim:
E se uma das escolas mais expostas a contratos redundantes estivesse pontuada com um 5? Imaginemos que, em 2005, quando nasceram os colégios "privados" na sua zona, essa escola tinha 1000 alunos e 42 turmas (32 nos 2º e 3º ciclos). Imaginemos ainda que, em 2016, já só tinha 400 alunos e 23 turmas (17 nos 2º e 3º ciclos e continuemos a imaginar que ao longo dos anos o MEC afunilou a constituição de turmas) e estava pontuada com um 5 que é a classificação máxima das sobrelotadas. Seria, no mínimo, surpreendente.
Documenta-se, então, o estranho caso da EBI de Santo Onofre em Caldas da Rainha.
Quadro na página 101 - na página 03 explica-se a metodologia, nomeadamente a recolha de dados
"É toda uma escola de trapalhadas e trafulhices, de jogos de sombras e de marionetes, de pequenos poderes em "roda livre", de fugas para a frente e por aí fora".
ResponderEliminarPara além do estudo referido, nesta zona convém recorrer também à sabedoria popular:
ResponderEliminar"zangam-se as comadres, sabem-se mais algumas coisas; tanto tira quem o faz, como quem fica à porta; gato escondido com a cauda de fora; a ocasião faz a acção; e por aí fora."
Um enjoo. Fica sempre no ar a interrogação: tudo isto é mais maquiavel ou basismo? Vale que existe mais alguma transparência com a Web 2.0