E se uma das escolas mais expostas a contratos redundantes estivesse pontuada com um 5? Imaginemos que, em 2005, quando nasceram os colégios "privados" na sua zona, essa escola tinha 1000 alunos e 42 turmas. Imaginemos ainda que, em 2016, já só tinha 400 alunos e 23 turmas (continuemos a imaginar que ao longo dos anos o MEC afunilou a constituição de turmas) e estava pontuada com um 5 que é a classificação máxima das sobrelotadas. Seria, no mínimo, surpreendente.
É estranho, realmente.
ResponderEliminarO que caso que "imaginei" é de uma escola que até era uma referência na região em 2005; e mesmo que não fosse, claro. E claro que o afunilamento do MEC, e dos restantes "decisores", tem contornos parecidos com o relatado pelo Daniel.
Pelo post depreendi que te referias à escola que integras (conheço a história, visito o correntes há algum tempo).
ResponderEliminarAcrescentei o cenário de Mafra, por vir expresso num documento oficial de um agrupamento. E por revelar um conformismo estranho, bem diferente do vosso.
Percebi Daniel. Força aí.
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