segunda-feira, 13 de junho de 2016

Escolas públicas, vidas privadas

 


 


 


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"(...)A inscrição na Escola Alemã garante-lhes, afirma, “uma educação com duas línguas que funcionem quase como maternas”. Se não fosse essa preocupação, “andariam obviamente numa escola pública”. O que ela nos diz com esta expectativa é que as escolas públicas não providenciam nem o ensino capaz de duas línguas nem o tal “currículo internacional”. Ou seja, quem for exigente com a educação dos filhos, trate de vida e vá para as privadas. Quem não tiver possibilidades, pois que abdique do “currículo internacional”. Com esta singela explicação, Alexandra Leitão acrescenta realismo à caricatura da esquerda caviar que adora discutir o problema dos pobrezinhos exibindo as suas boas camisas Gant em cenários de lagosta e vinhos caros."



 


Texto completo aqui.

4 comentários:

  1. Meu caro
    Parece que ficaste mudo. Muito gostava de saber da opinião de um dos maiores defensores da ESCOLA PÚBLICA sobre esta fineza da secretária de estado, para quem a ESCOLA PÚBLICA não dá a resposta adequada à educação das filhas
    Não me digas que também colocaste os filhos no privado?

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  2. Já agora: só linkei porque me apeteceu e até meti a parte mais polémica. Ao contrário de outros bloggers :)

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  3. tal como quando a esposa de Passos Coelho teve o diagnóstico de cancro, vários assessores aconselharam o tratamento no estrangeiro, assumindo implicitamente que o nosso SNS era incapaz, também aconteceu o mesmo com esta SE, que implicitamente reconhece falhas no sistema público ao colocar os filhos no privado mas que defende não deve ser dado dinheiro público ao sistema privado. Estas atitudes só confirmam a estratificação e desigualdade social e o poder financeiro como fator importante para melhores oportunidades.

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