quarta-feira, 15 de novembro de 2017

da greve e de repetir para aprender

 


 


 


Repetir para aprender é uma máxima pedagógica preciosa. Contudo, aplicada à política gera perplexidade ou cataclismos. Repare-se no abalo que hoje se verificou na segunda vaga do lurdismo. É caso para questionar se era preciso repetir para aprender quando o erro foi crasso e comprovado.


 



Nota: lurdismo, que se confunde com socratismo, é aquela corrente que colocou uma espécie de "perseguidos" nos professores; António Costa confessou-o numa entrevista na SicN quando era candidato à liderança do PS e considerou um "erro brutal a guerra aos professores" (dito assim mesmo) decidido num conselho de ministros em 2006.


2 comentários:

  1. “A carreira dos professores é mais generosa do que a dos outros funcionários públicos. Esta carreira é financeiramente insustentável. Será necessário pensar noutros mecanismos de carreira.”
    SICN, João Galamba, deputado do PS (com a concordância de Adolfo Nunes, deputado do CDS).

    Como era expectável, como o país é governado pelo centrão PS/PSD/CDS, dificilmente será retornada a colocação dos professores no escalão correspondente aos anos de serviço. Portanto, despedida definitiva do dinheiro perdido no congelamento (que já estava assumida) e da progressão aos escalões mais elevados (acima do 7º, não sendoe ste atingido por todos). E o resultado mais provável será alteração legislativa da carreira, dificultando ou piorando as condições ou limitar as vagas de acesso ao 5º e 7º escalões a um número restrito.
    Não vai haver consequências? Não o garanto para todos os professores: muitos continuarão com a mesma diligência mas outros tantos (legitimamente) desistirão dela...

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  2. Não vi. Mas fui agora pela box e lá está a confirmação do post. Ou seja: há uma mesa negocial e há uma coisa que se chama equidade com as restantes carreiras. O lurdismo socratismo, e de resto o estado a que isto chegou, é uma espécie de vale tudo com falácias formais e informais. E depois admiram-se que demagogos, outros chamam-lhes populistas, ganhem eleições.

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