terça-feira, 26 de junho de 2018

"Colégio arbitral decreta serviços mínimos para os Exames Nacionais"

 


 


 


Falta perceber quais serão exactamente os serviços mínimos (está em actualização).


 



"Perante a greve dos professores às avaliações, o colégio arbitral decretou esta terça-feira os serviços mínimos para os Exames Nacionais do 9.º, 11º e 12.º anos, apurou a SIC.





Através de um comunicado, o Ministério da Educação da conta da decisão do Colégio Arbitral e adianta que os conselhos de turma relativos ao 9.º, 11.º e 12.º anos terão de ser realizados até 5 de julho, "a fim de emitirem a avaliação interna final".


O colégio arbitral foi criado devido à falta de acordo entre sindicatos e Governo.


A greve dos docentes às avaliações começou no início de junho e está a afetar mais de 30 mil estudantes do secundário, que ainda não sabem que notas os professores vão atribuir.


O habitual é que os alunos prestem provas depois de serem dadas as classificações dadas pelos professores, e com base nessa nota (interna) se apresentem, ou não, a exame.


Os exames estão a decorrer desde dia 18 de junho, e 23% dos alunos não sabem que notas foram atribuídas."


 


Adenda às 18h57:


 


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4 comentários:

  1. está dito quais são: maioria absoluta (metade mais um).

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  2. SE A CAPACIDADE REIVINDICATIVA ESTAVA MORIBUNDA, HOJE MORREU!
    Agora, só se aceita greve a aulas.
    Chegou o momento de aplicar a pior greve de todas, porque prejudica, a prazo, seriamente os utentes: a greve de zelo.
    O problema é haver coragem para a aplicar…

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  3. Já tinha feito a adenda. É isso: metade mais um. Decisão por unanimidade.

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  4. Vamos ver o que se segue. As lutas são mesmo assim.

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