A cidadania democrática exige liberdade, primado das leis democráticas, voto por sufrágio directo e universal, partidos políticos e campanhas eleitorais. Dito isto, sublinhe-se que não há semana sem um estudo que identifique problemas graves (alguns com exigências financeiras) que afectam os professores e, de resto, a escola pública, os seus alunos e os restantes profissionais. São conclusões subscritas pelos partidos políticos todos (quando estão na oposição), pelo PR ("professores heróis e melhores do mundo") e pelas mais diversas instituições nacionais e internacionais. Mas como nada acontece, e como entraremos em ano eleitoral, achei, e sem apelar ainda ao regresso de Clístenes, que os professores só deviam ouvir propostas sobre a escola pública a partir de 2020 e com um argumento inspirado no desenho do Quino: serão tantas as soluções, que não haverá tempo para as estudar.
Desenho do Quino,
em "Não me grite" da série "Humor com humor se paga".
Mas tens de viver até lá...
ResponderEliminarOra nem mais. Mas refiro-me apenas à audição de propostas :)
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