Impressiona como não se sabe o número de profissionais do sector público, nem sequer outros indicadores como vencimentos e progressões nas carreiras. Segundo o Expresso, o século XX chegará no século XXI: "Governo cria megabase de dados dos funcionários públicos. O futuro Sistema de Informação da Organização do Estado (SIOE) irá permitir, segundo o Governo, saber finalmente com rigor quantos funcionários públicos existem e quanto ganham, entre outros indicadores.(...)"
Poder-se-ia dizer que mais vale tarde do que nunca, mas não me parece que seja o caso.
ResponderEliminarLê-se na notícia do Público:
"Importa proceder à reforma e robustecimento do sistema de informação e à alteração da estrutura da informação de caracterização das entidades públicas e dos seus recursos humanos, de forma a obter dados mais ricos, que potenciem e fundamentem a elaboração de análises estatísticas e de estudos técnicos"
Bom pretexto para legitimar algumas medidas de agilização (leia-se esvaziamento) dos serviços públicos no futuro muito próximo?
Desculpa, Paulo, mas o comentário anterior é meu. Esqueci-me de preencher as "caixas"... :)
ResponderEliminarEsvaziar ainda mais, Carlos? Mas sim: o neoliberalismo vigente é insaciável.
ResponderEliminarNada a desculpar. Aquele abraço.
Sim, Paulo, concordo. É mesmo insaciável!
ResponderEliminarDesconfio que estas propostas de medidas, até pela linguagem oca usada na sua justificação (parecem os objectivos de várias acções de formação que nos propõem ou impõem), não sejam meras formas de legitimar medidas só aparentemente bem intencionadas para o futuro...
Já não digo nada sobre os processos paralelos.
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