É desconcertante o muito polémico filme, "A casa que Jack construiu", de Lars Von Trier. É uma obra brutal. A génese do mal projecta-se na actualidade com as referências mais variadas (arte - da pintura à literatura -, psicanálise, filosofia, sociologia, história, política). É uma narrativa muito dura e, como muitos dizem, excessiva. Concordo. Devia e podia evitar os excessos. Mas a actualidade também o devia fazer. Mas não só não o está a fazer, como está a eliminar a história; e até a mais recente (século XX, por exemplo; é assustador pensar que 70 anos é o limite da memória colectiva).
A banda sonora termina com o célebre "Hit the road Jack" (Caia na estrada, Jack, e não volte nunca mais...) de Ray Charles.
a natureza humana tem excessos e anestesiamos a mente para não os ver...
ResponderEliminarexistem alguns que assumem o papel da criança que diz que o rei vai nu...
Enfim.
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