sábado, 22 de junho de 2019

"Passa Horas"

 


E não é que o mainstream político "passa horas" a discutir a dispensa de profissionais no 1º dia de aulas para o acompanhamento dos alunos. E há mesmo discussões acesas. Impressiona esta fuga do real e das prioridades.



"Rio propõe substituir 'folga' no primeiro dia de aulas por duas horas para todos. Governo apenas autoriza até três horas"


2 comentários:

  1. E depois ignora-se o impacto de coisas como esta:

    Calculadoras exigidas no exame de Física e Química “discriminam alunos com menos recursos”
    Os professores da Escola Secundária Camões, em Lisboa, consideram que os procedimentos enviados pelo Ministério da Educação sobre a utilização de calculadoras no exame de Física e Química A, do 11.º ano, constituem, “no mínimo, uma violação clara do que é considerado pedagógica e didacticamente correcto”, quando está em causa uma prova de avaliação externa, necessária para “a conclusão da escolaridade obrigatória e mesmo para o acesso ao ensino superior
    (...) contestam a obrigação deos alunos terem de usar calculadoras gráficas com a funcionalidade modo de exame nas provas que se realizam na próxima semana e para a qual estão inscritos cerca de 45 mil estudantes. A razão evocada para este protesto prende-se sobretudo com o facto de os estudantes terem adquirido calculadoras gráficas no ano passado, quando entraram para o 10.º ano, “podendo na altura optar por modelos que não dispõem do modo de exame”, uma funcionalidade que ainda não era obrigatória. “Este procedimento “é no mínimo escandaloso e indignou todos os presentes”, informa o director da Secundária Camões. “Todos estes alunos, seja porque não sabiam aquando da aquisição da calculadora no 10.º ano, seja porque ficaram com a calculadora de um irmão mais velho, seja porque simplesmente não têm condições económicas para adquirir uma calculadora gráfica topo de gama, deverão abdicar da informação disponível nas suas máquinas?”
    Para os professores do Camões trata-se de “uma clara situação de discriminação socioeconómica” com a qual dizem não ser possível “compactuar”.

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  2. Dados do frenocómio (com todo o respeito, obviamente)

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