sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Afinal, Não Faltam Professores

 


De acordo com uma nota informativa do Ministério da Educação, não há qualquer falta de professores. O que existe, diz o ME, tem a mesma dimensão dos anos anteriores (em que já faltavam professores; afinal, e provavelmente, também não). Ou seja, a situação só se agravou nos concelhos mais atingidos pela subida dos preços no aluguer de casas ou quartos associada aos horários incompletos que são colocados a concurso e que originam salários ainda mais baixos. Tudo o resto, desde o contínuo desinteresse dos alunos que terminam o secundário pela formação de professores até às causas das milhares de baixas médicas e passando pela infernização da profissionalidade dos professores, são invenções mediáticas da comunidade.


Era melhor reconhecer, e, muito francamente, era isso que se esperava, os graves erros de gestão dos últimos 15 a 20 anos e aplicar um plano de emergência. Era democrático e transmitia confiança.

2 comentários:

  1. Reconhecer os erros implicaria antes de mais substituir o ministro, notoriamente incompetente para o exercício do cargo.

    A insistência em TBRodrigues e na repetição das desculpas do costume, para que se mantenham os problemas de sempre, mostra que não pretendem nem reconhecer os erros nem alterar a política dos últimos quatro anos.

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  2. É triste. Dá ideia que prevalece a tese da irrelevância do ministro associada ao cargo de adjunto de ajudante das finanças.

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