Uma população mais escolarizada e menos pobre vai reduzindo, naturalmente, o abandono escolar e melhorando os resultados em testes internacionais como o PISA. Quando a sociedade estagna, as oscilações são, em regra, pequenas. É também o caso português. A partir da última década do século XX fomos diminuindo a pobreza e aumentando a escolaridade. Os resultados no PISA, por exemplo, melhoraram gradualmente neste século (a exemplo do abandono escolar precoce: 40% em 2000, 20% em 2010 e 10 % em 2020) e têm tendência a estabilizar uma vez que a pobreza (ou classe média muito baixa quando a fome deixa de ser gritante) teima em não descer dos 2 milhões de pessoas.
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