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Ponderei muito bem quando há já uns dias escrevi que "não me espantaria que o ano lectivo terminasse amanhã como uma decisão absolutamente excepcional. Os alunos do básico e do secundário transitavam sem notas. Ficariam poucas questões por resolver, entre elas o acesso ao ensino superior." Terminar o ano lectivo significa, objectivamente, que aquilo que o estado não pode fazer é, desde logo e em primeiro lugar, reprovar alunos sem que assegure as condições elementares à sua progressão e aprovação. E, nesta linha, estão todas as classificações de alunos. Nesse sentido, a situação vigente terá uma saída: alunos do básico e do secundário transitarem sem notas e encontrar uma solução diferente para o acesso ao superior.
Nota: encontrei a imagem na internet sem referência ao autor.
E a Suécia? Tem as escolas abertas, restauração e demais setores económicos a funcionar. Aconselha as restrições equivalentes às que se usaram para a gripe A. Tem aproximadamente o mesmo nº de infetados (detetados) e mortes. E esta, hem?
ResponderEliminarmas a legislação 'flexivel inclusiva' repete nos diplomas legais que a principal avaliação é a formativa...
ResponderEliminare depois na 'real politik' tudo gira à volta da sumativa...
neste desmoronar diário, já não há tolerância para a hipocrisia...
a lei diz que bastam 2/3 do ano para que o aluno tenha notas finais.
ResponderEliminaros bons alunos esforçaram-se durante 2 periodos, sim o 2ºp so nao teve 1 semana de aulas EFETIVA, a ultima semana é só fantochada.
Acha normal passarem sem notas?
A Suécia tem as suas especialidades. Esperemos que não se arrependam.
ResponderEliminarEsse é outro argumento forte.
ResponderEliminarAcho normal? Não. Escrevi assim: "como uma decisão absolutamente excepcional. E, nesta linha, estão todas as classificações de alunos." É óbvio que todos podiam melhorar as classificações durante este tempo de encerramento. Se a "a lei diz que bastam 2/3 do ano para que o aluno tenha notas finais", diz muito bem. Há acidentes, doenças e por aí fora. Mas este é um caso absolutamente excepcional para todos. E depois, temos o acesso ao ensino superior que é um assunto muito mais complexo para tratar aqui de todas as variáveis.
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