As relações de trabalho levaram um abanão. Há histórias de desconforto com o tele-trabalho que demonstram o nosso atraso organizacional. Por exemplo, ouvi um debate sobre este estudo com uma revelação espantosa: os empregadores queriam que o tele-trabalhador estivesse em casa. Ainda pensei que fosse para lhe montaram o equipamento tecnológico. Mas não. Hardware, software e ligações eram por conta própria. Era para o controlarem ou apenas porque sim. O ridículo não tem, realmente, limites. "Quatro em cada cinco pessoas estão no local de trabalho habitual. Estudo da Católica revela que um quarto dos inquiridos tem hoje menos rendimento do que antes da pandemia."
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