"Os portugueses se atormentam, se perseguem e se matam uns aos outros, por não terem entendido que o Reino, tendo feito grandes conquistas, viveu por mais de três séculos do trabalho dos escravos, e que perdidos os escravos era preciso criar uma nova maneira de existência, criando os valores pelo trabalho próprio".
Mouzinho da Silveira, 1832
(Citado por Eduardo Lourenço em
"O labirinto da saudade", 1972:9)
(1ª edição em 22 de Setembro de 2011)
ou
Casos, opiniões, natura e uso
Fazem que nos pareça esta vida
Que não há nela mais que o que parece.
Camões (Citado por Eduardo Lourenço em "O labirinto da saudade", 1972, p.17)
não era simpatizante do neo-realismo mas era um neo-realista atroz...
ResponderEliminara sua perspetiva seria considerada pessimista pelo mainstream mas basicamente era versão pura, dura e crua da realidade...
Nem mais.
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