"Professor de Direito que ajudou Sócrates na tese pode pagar 10 mil euros para não ir a julgamento". Veremos o desenvolvimento da operação marquês e mais em particular o caso de um antigo primeiro-ministro às voltas com a justiça num país com muitas fragilidades nesse domínio. Apesar de tudo, podemos imaginar uma situação ainda mais grave. Imagine-se o que não seria se se percebesse que os restantes governantes desse tempo sabiam das manigâncias do ex-primeiro-ministro e continuavam a governar. Pelo que se conhece, haverá julgamento por falsificação de documentos. Imagine-se que esses governantes sabiam das falsificações e eram coniventes, colaborativos e até sancionatórios dos documentos falsos. Seria perigosíssimo para a democracia.
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