Quando, em 2006, se apresentou o modelo de avaliação dos professores, a analogia mais humorada assemelhava-o ao metro de Paris. Ao que se saiba, ninguém na Europa aplicou semelhante labirinto. Mas Portugal, que se atrasou nestas políticas, aplicou-as a eito e tarda em removê-las.
Agora, no blogue Escola Portuguesa, o António Duarte encontrou em Espanha, e traduziu, uma explicação humorada para o inferno burocrático criado pelas didácticas da educação. Portugal será ainda mais sofisticado e holístico "relacionando-as com os conhecimentos básicos e as situações de aprendizagem"?
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Pretender desenvolver o processo de ensino-aprendizagem através do critério "competências" não é uma opção, é uma ignorância que, sendo técnica, se configura como uma incompetência. Como falamos de Educação, a incompetência desagua na irresponsabilidade face aos adultos de amanhã.
ResponderEliminarAs "competências" são as finalidades (alvos, metas, objetivos gerais) que sempre existiram. São os objetivos de longa duração.
"Como instrumentos de planificação, as competências são vagas e polivalentes, e que, por não indicar o tipo de modificação que progressivamente deve operar, a sua formulação é inútil no campo da gestão da aprendizagem".
Birzea, C. (1986). Operacionalizar os Objetivos Pedagógicos. Coimbra Editora, Limitada. Coimbra.
Muito bom, Rui.
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