O texto "foi fatal desconfiar dos professores" proporcionou vários debates. É evidente que o parágrafo seguinte não exclui os professores:
"A bem dizer, a transição para o digital acentuou a IOP. Agravou-se com os mega-agrupamentos de escolas. O aumento da escala da gestão "exigiu" plataformas digitais totalmente preenchidas, com a ilusão de um controlo não contrariado pela avaliação externa das escolas. Buscando um pequeno exemplo perceptível, inseriram-se os horários dos professores em plataformas digitais e os sumários (a sua existência é um modelo de IOP) têm um limite temporal para o preenchimento em ambientes de exasperante lentidão ou de interrupção de servidores e de sinal de internet. Para lá do prazo, exige-se a justificação. Interrogar-se-á o leitor: mas é aí que se marcam as faltas dos professores? Não. As faltas são, e bem, sinalizadas por assistentes administrativos e operacionais. É, portanto, um ambiente de inutilidades diárias que desgasta e contribui para o tão estudado burnout."
Alega-se que são professores quem institui estes procedimentos. Claro que são e ocupam as funções mais diversas no sistema educativo. Não adianta entrar em pânico com a falta de professores e depois não estudar as causas. Aliás, o essencial remete-nos para a imagem (encontrei-a no blogue a Escola Portuguesa) e para a frase que inseri.
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Olá, amigo Paulo, vamos abordar um assunto que talvez seja mais benéfico, para o mundo trabalho. Os Mestres do ensino, e ainda diz para desconfiar da chefia, não deve !!!
ResponderEliminarEntão a Escola que devia formar alunos para o mundo do trabalho, não forma e estou a falar assim com dados reais da vida prática em empresas.
Formar cidadãos capazes de construir uma sociedade mais justa
A função social da escola na formação do aluno enquanto cidadão é prepará-lo para a sociedade atual. Conectando o conhecimento com as vivências do aluno. Durante uma aula, por exemplo, o estudante tem a oportunidade de aprender algo enquanto se socializa com outros indivíduos de diversas idades, classes sociais, etnias, histórias, etc. Isso faz com que ele aprenda que, no mundo, existem diferenças entre as pessoas e que estas devem ser respeitadas.
Por isso que um aluno, aquando serviço militar obrigatório, teria chefias, regras, para todos cumprirem e forma a pessoa, bem ou mal, as pessoas ficam com um princípio de Respeito perante as Chefias, e perante as organizações
Além disso, ao poder formar amizades que vão além de seus parentes e vizinhos, a criança consegue desenvolver qualidades importantes como generosidade, coletividade e empatia. Assim, um bom ambiente escolar instiga os alunos a conviverem socialmente entendendo que, para que as relações sejam saudáveis, é preciso exercer algumas práticas de socialização que vão além de regras incontestáveis e já preestabelecidas. Afinal, cada pessoa tem suas particularidades.
Ensinar os alunos a entenderem seus direitos e deveres
Toda sociedade possui, é claro, regras de convivência que precisam ser obedecidas para que todos sejam tratados, na medida do possível, de forma justa e igualitária. Sendo assim, é importante entender que a função básica de uma escola do século XXI é fornecer recursos que garantam conhecimentos e valores necessários à formação de um cidadão que saiba quais são seus deveres, mas, além disso, que também entenda seus direitos.
Para isso, o ensino pode transmitir conhecimentos que vão além de um conteúdo padronizado. É o caso da realização de dinâmicas como debates, rodas de discussão, aplicação das regras de convívio a partir de acordos que beneficiem ambas as partes, ou da aplicação de materiais didáticos contextualizados. Estes abordam assuntos do dia a dia de forma mais próxima da realidade dos alunos, tornando essas dinâmicas ainda mais interessantes.
Dessa forma, os alunos aprendem a importância de seguirem tais regras e, é claro, de exigi-las também.
Desenvolver potencialidades físicas e socioemocionais do estudante
Um dos papéis fundamentais da escola é preparar seus alunos para os desafios da vida. Mais do que preparar o estudante para a vida profissional, ela é responsável por desenvolver e exercitar as potencialidades físicas e socioemocionais deles.
Por meio de dinâmicas, avaliações, eventos etc., o educador consegue desenvolver diversos traços em cada estudante como responsabilidade, autoconhecimento, disciplina, empatia, senso crítico, autoconfiança, autocontrole, entre outros.
É o caso de ensinar os deveres para a escola e para o colega, mostrar a importância de cumpri-los e, principalmente, deixá-lo seguro e fazê-lo entender que é capaz de assumir suas responsabilidades.
Porque quando vão para o mundo do trabalho, não respeitam horários, não fazem as tarefas básicas, não conseguem e tornassem muito limitativos, aprendizagens muito superficiais que não levam apreender os conceitos.
Na Escola deviam se criar uma disciplina de Liderança e Comportamental, que vai ao encontro das necessidades das empresas, não existem líderes, os líderes que temos, não tem a escolaridade mínima, para que os trabalhos se façam sem obstáculos.
Isto dos telemóveis, quando se entra na aula, devia existir um cesto, para todas as crianças e jovens deixassem os telemóveis.
João Felgar
Muito interessante o conteúdo. Parabéns.
ResponderEliminarMuito obrigado, Infantário :)
ResponderEliminarClaro. Concordo: há uma distinção fundamental entre liderança e chefia. A preparação das tropas especiais assenta muito aí. A adicção tecnológica das crianças e jovens é um problema. Também concordo.
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