segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Da caminhada dos professores e das palavras vãs

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Os professores têm quase duas décadas de devassa mediática da sua profissionalidade e de acção contra as políticas aplicadas pela primeira maioria do PS (2005) com consequências graves e indesmentíveis. E estão também cansados de palavras inconsequentes.

Para além disso, a repetida crítica a blogues e movimentos já tem história desde 2008. Olhe-se para onde estão agora os diversos protagonistas, para se perceber como eram infundadas a maioria das críticas à cidadania dos professores.

Por outro lado, depois da tal maioria do PS governou uma coligação PSD e CDS (com muitos dos novos partidos mais à direita como dirigentes ou fervorosos apoiantes), seguiu-se uma coligação PS, BE e PCP e voltámos a outra maioria PS. E nada mudou: pelo contrário.

Por isso, é crucial a resposta à interrogação: onde estavas em 2009, 2013, 2018 e 2022? Depois, a objectividade exige a publicação de opinião sobre a recuperação do tempo de serviço, a carreira, a avaliação, a gestão das escolas e os concursos.

2 comentários:

  1. há umas semanas atrás escrevia aqui sobre a consequência da maioria absoluta deste partido: seria o 2.0 do governo 2005-2009. Também afirmei que ainda havia ruinas que podiam ser terraplanadas; eis o exemplo que surgiu...
    Mas ainda existem outras terraplanagens, que no gabinete ministerial de certeza estão pensadas, a 'marinar' para serem aplicadas na legislatura.
    Há pouco tempo, quando uma professora dizia que faltavam 2 anos para pedir a aposentação sem penalização, mas que ponderava continuar porque se sentia bem, eu retorqui que se fosse eu, nem que estivesse com a maior felicidade a exercer, 'saia a sete pés' logo que pudesse, porque jamais confio na governação com a sua alteração de leis frequente, sempre no sentido de prejudicar...

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