A ignorância é mesmo atrevida e só mesmo um provincialismo retrógrado é que pode emitir uma opinião vaga e descontextualizada como esta. É por isso que o currículo de Educação Física na UTAD – onde me formei – ainda está fechado em si próprio e a viver da incompetência e frustração de alguns, que, como não conseguem ter práticas de inovação pedagógica, criticam “projetos de treta” com o Conselho Nacional de Educação. Sem mais comentários
Então esse é um debate que desconheço completamente. Embora estivesse a leccionar em Vila Real quando a UTAD inaugurou o curso de Educação Física; e observei, sou sempre um atento observador, vários aspectos.
Pedindo desde já perdão ao Paulo Prudência que nada tem que ver com o comentário de minha autoria, serve o presente como contraditório. No ataque pessoal (frustrado, ignorante, incompetente e retrógrado) gosto particularmente quando o sujeito que ataca desconhece o atacado. Dá logo para ver a qualidade da personagem que não entende aquilo que se escreve. Esclareço, 1. Embora entenda que falte a referência à revogação dos PNEF, considero muito bem desenhadas as preocupações que constam nas duas moções; 2. Sobre a audição na AR, considero, ainda, de grande importância a intervenção da SPEF e da CNAPEF sobre os temas constantes das moções; 3. Quanto ao projeto DICA dizer que o problema da EF não é, de todo, o da falta de divulgação, mas sim a defesa intransigente na recuperação dos PNEF, facto omitido nas moções e na audição.
Caro Paulo Prudêncio, enquanto Professor de Educação Física, que somos, aconselho vivamente a leitura das moções aprovadas. Caro Rui Ferreira, ao contrário do seu comentário inicial, agora esclareceu que afinal o (e não "a": é o Conselho) CNAPEF e a SPEF não estão a fazer a denominada "triste figura" nas moções "muito bem desenhadas as preocupações que constam" sobre a Educação Física, apresentadas e aprovadas no último Congresso e agora em fase de apresentação pública institucional. Defendo também os PNEF e esse assunto já foi abordado por diversas vezes em webinars partilhados com professores de Educação Física e julgo que está a ser discutido com o Ministério da Educação. Mas querer relacionar e confundir o projeto DICA com as moções é algo que só poderá passar pela sua mente, e daí o retrógrado. Conforme consta da notícia no site do CNAPEF, da SPEF e do CNE, trata-se apenas de "um protocolo de cooperação para o desenvolvimento e acompanhamento de projetos inovadores nas escola" e é preciso saber esperar para ver no que vai dar, em vez de o denegrir à partida. Afinal o mal informado não sou eu e assim também é legítimo tirar as conclusões que entender sobre alguém que aproveita uma notícia sobre negociações para fazer aquela "triste figura" (as palavras não são minhas) e comentário infeliz, denotando ignorância no assunto, incompetência na sua interpretação, e provavelmente alguma frustração (estão justificados todos os adjetivos anteriormente utilizados, que não são um ataque pessoal - não o conheço, nem acho que perca algo com isso -, antes uma classificação perante um conjunto de argumentos apresentados), em vez de procurar que a UTAD, onde leciona, apresentasse algum projeto de inovação pedagógica em Educação Física na escola. Isso sim, era um desafio para passar das palavras aos atos, como todos gostamos em Educação Física.
Caro António Batista, Deixe para lá a instituição prestigiada que é a UTAD e todos quantos nela trabalham. São pessoas idóneas e com trabalho válido na inovação pedagógica, na Educação Física e em tantas outras áreas. Eu sou professor na minha escola.
A ignorância é mesmo atrevida e só mesmo um provincialismo retrógrado é que pode emitir uma opinião vaga e descontextualizada como esta. É por isso que o currículo de Educação Física na UTAD – onde me formei – ainda está fechado em si próprio e a viver da incompetência e frustração de alguns, que, como não conseguem ter práticas de inovação pedagógica, criticam “projetos de treta” com o Conselho Nacional de Educação. Sem mais comentários
ResponderEliminarMais logo ou amanhã leio isso, Rui. Desconheço os dois documentos.
ResponderEliminarEntão esse é um debate que desconheço completamente. Embora estivesse a leccionar em Vila Real quando a UTAD inaugurou o curso de Educação Física; e observei, sou sempre um atento observador, vários aspectos.
ResponderEliminarPedindo desde já perdão ao Paulo Prudência que nada tem que ver com o comentário de minha autoria, serve o presente como contraditório.
ResponderEliminarNo ataque pessoal (frustrado, ignorante, incompetente e retrógrado) gosto particularmente quando o sujeito que ataca desconhece o atacado. Dá logo para ver a qualidade da personagem que não entende aquilo que se escreve.
Esclareço,
1. Embora entenda que falte a referência à revogação dos PNEF, considero muito bem desenhadas as preocupações que constam nas duas moções;
2. Sobre a audição na AR, considero, ainda, de grande importância a intervenção da SPEF e da CNAPEF sobre os temas constantes das moções;
3. Quanto ao projeto DICA dizer que o problema da EF não é, de todo, o da falta de divulgação, mas sim a defesa intransigente na recuperação dos PNEF, facto omitido nas moções e na audição.
Caro Paulo Prudêncio, enquanto Professor de Educação Física, que somos, aconselho vivamente a leitura das moções aprovadas.
ResponderEliminarCaro Rui Ferreira, ao contrário do seu comentário inicial, agora esclareceu que afinal o (e não "a": é o Conselho) CNAPEF e a SPEF não estão a fazer a denominada "triste figura" nas moções "muito bem desenhadas as preocupações que constam" sobre a Educação Física, apresentadas e aprovadas no último Congresso e agora em fase de apresentação pública institucional. Defendo também os PNEF e esse assunto já foi abordado por diversas vezes em webinars partilhados com professores de Educação Física e julgo que está a ser discutido com o Ministério da Educação.
Mas querer relacionar e confundir o projeto DICA com as moções é algo que só poderá passar pela sua mente, e daí o retrógrado. Conforme consta da notícia no site do CNAPEF, da SPEF e do CNE, trata-se apenas de "um protocolo de cooperação para o desenvolvimento e acompanhamento de projetos inovadores nas escola" e é preciso saber esperar para ver no que vai dar, em vez de o denegrir à partida.
Afinal o mal informado não sou eu e assim também é legítimo tirar as conclusões que entender sobre alguém que aproveita uma notícia sobre negociações para fazer aquela "triste figura" (as palavras não são minhas) e comentário infeliz, denotando ignorância no assunto, incompetência na sua interpretação, e provavelmente alguma frustração (estão justificados todos os adjetivos anteriormente utilizados, que não são um ataque pessoal - não o conheço, nem acho que perca algo com isso -, antes uma classificação perante um conjunto de argumentos apresentados), em vez de procurar que a UTAD, onde leciona, apresentasse algum projeto de inovação pedagógica em Educação Física na escola. Isso sim, era um desafio para passar das palavras aos atos, como todos gostamos em Educação Física.
Caro António Batista,
ResponderEliminarDeixe para lá a instituição prestigiada que é a UTAD e todos quantos nela trabalham. São pessoas idóneas e com trabalho válido na inovação pedagógica, na Educação Física e em tantas outras áreas. Eu sou professor na minha escola.
Logo que possa. Obrigado. Ando numa correria. Mas não me esqueço.
ResponderEliminarAinda tenho por lá alguns amigos, Rui.
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