sábado, 10 de junho de 2023

Como é que os OCS contribuíram para a falta de professores? Leia MST

Captura de ecrã 2023-06-09, às 17.59.50.png


Há muito que o cronista Miguel Sousa Tavares não perde uma oportunidade de "pogrom". Fá-lo com fúria especial se pressentir o vocábulo professor. Não lhe interessa o estudo comparado ou o conhecimento dos detalhes. Nada. Acusa sem o ónus da prova.
Certa vez (2011), o "pogrom-professor" era sobre o pagamento, escandaloso para o cronista, de 25 euros por prova na correcção de exames (o pagamento tinha sido eliminado em 2009 e o valor era de 5 euros).
Hoje, no Expresso, mente sobre a avaliação kafkiana e sobre a carreira (tem na imagem do post as 2 mentiras). A farsa administrativa da diabólica prestação de contas que Portugal levou ao extremo (MST era fervoroso defensor dessas políticas), e que vai devastando a Europa com milhares de professores em "fuga" e sem candidatos a essa profissão tão exigente e difícil, é analisada por MST sem o mais elementar conhecimento da realidade. São duas décadas desta devassa mediática da profissionalidade dos professores que contribuíram para o estado em que estamos.


Nota: OCS são os órgãos de comunicação social.

9 comentários:

  1. É inqualificável!
    Manifesta sempre um ódio terrível pelos professores.

    ResponderEliminar
  2. O MST odeia mesmo os professores (só pode).
    Como diz o outro: "é racista"!

    ResponderEliminar
  3. Esqueci-me do meu "nome"
    "É racista"!.

    ResponderEliminar
  4. Quem? Aquele que fala como se estivesse com uma batata quente na boca? Se fosse professor de Português estaria reprovado. Obviamente!

    ResponderEliminar
  5. É irónico como há cronistas que escrevem contra o populismo e publicam crónicas populistas...
    Há muito tempo que desisti de argumentar com esse tipo de pessoas, porque são intelectualmente desonestas. O único problema é se essas opiniões desonestas influenciam a decisão, porque caso contrário, essas opiniões são como as bocas: todos têm uma...

    ResponderEliminar