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Há muito que o cronista Miguel Sousa Tavares não perde uma oportunidade de "pogrom". Fá-lo com fúria especial se pressentir o vocábulo professor. Não lhe interessa o estudo comparado ou o conhecimento dos detalhes. Nada. Acusa sem o ónus da prova.
Certa vez (2011), o "pogrom-professor" era sobre o pagamento, escandaloso para o cronista, de 25 euros por prova na correcção de exames (o pagamento tinha sido eliminado em 2009 e o valor era de 5 euros).
Hoje, no Expresso, mente sobre a avaliação kafkiana e sobre a carreira (tem na imagem do post as 2 mentiras). A farsa administrativa da diabólica prestação de contas que Portugal levou ao extremo (MST era fervoroso defensor dessas políticas), e que vai devastando a Europa com milhares de professores em "fuga" e sem candidatos a essa profissão tão exigente e difícil, é analisada por MST sem o mais elementar conhecimento da realidade. São duas décadas desta devassa mediática da profissionalidade dos professores que contribuíram para o estado em que estamos.
Nota: OCS são os órgãos de comunicação social.
É inqualificável!
ResponderEliminarManifesta sempre um ódio terrível pelos professores.
Inqualificável.
ResponderEliminarO MST odeia mesmo os professores (só pode).
ResponderEliminarComo diz o outro: "é racista"!
Esqueci-me do meu "nome"
ResponderEliminar"É racista"!.
Quem? Aquele que fala como se estivesse com uma batata quente na boca? Se fosse professor de Português estaria reprovado. Obviamente!
ResponderEliminarEnfim!
ResponderEliminarEnfim.
ResponderEliminarÉ irónico como há cronistas que escrevem contra o populismo e publicam crónicas populistas...
ResponderEliminarHá muito tempo que desisti de argumentar com esse tipo de pessoas, porque são intelectualmente desonestas. O único problema é se essas opiniões desonestas influenciam a decisão, porque caso contrário, essas opiniões são como as bocas: todos têm uma...
Sem dúvida.
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