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ResponderEliminarO autor do artigo do Público labora num equívovco comum nos tecnofóbicos: que a alternativa a um manual impresso é o seu equivalente digital. E também desconhece o que efetivamente se está a passar na Suécia. Esta espécie de Prós e Contras em torno do digital coloca em evidência a ignorância dos radicais de uma e outra vias. Necessitamos de um debate muito mais sereno e alargado e, claro, de mais algum conhecimento do que verdadeiramente está em causa. E, para isso, não é necessário recorrer ao exemplo sueco.
ResponderEliminarSe me permite Beatriz, bom ângulo de análise.
ResponderEliminarSem dúvida. Assim parece.
ResponderEliminarGrata, Paulo.
ResponderEliminarForça aí.
ResponderEliminarInfelizmente, o que está a ser entregue aos alunos em Portugal é uma versão digitalizada dos manuais em papel, desenvolvidos com limitados recursos financeiros. Neste sentido, a tecnologia é anacrónica e totalmente ineficaz em relação ao que os livros impressos oferecem. A exposição continuada (anos) à luz do écran e aos campos electromagnéticos têm óbvios efeitos nocivos, que apontam uma clara necessidade de polarização (prós e contras). A serenidade apenas alimentará um império bem montado—sem ser necessário recorrer ao exemplo Sueco.
ResponderEliminarSem dúvida.
ResponderEliminarO sem dúvida aplica-se aos dois comentários. É fundamental debater este tema.
ResponderEliminarPermita-me discordar. Em primeiro lugar, porque estando intimamenrte ligado ao desenvolvimento de soluções nessa área, sei que a oferta digital inerente à transição digital em apreço é bem mais do que versões digitais dos manuais impressos. Em segundo, porque em Portugal existem abordagens diferentes deste assunto, quer ao nível dos serviços e infraestruturas, quer ao nível dos equipamentos: uma coisa é o que está a ser feito no continente, outra é o que está a ser feito nas Regiões Autónomas.E estas diferentes opções produzem necessariamente impactos divergentes, nomeada mas não exclusivamentemente ao nível da questão ocular.
ResponderEliminarBom contraditório. Obrigado.
ResponderEliminarDesconheço a realidade das regiões autónomas. Mas conheço bem a realidade da LeYa e da Porto Editora, que detêm o monopólio em Portugal. Não há orçamentos para verdadeiro desenvolvimento digital, apenas para uma "versão light", onde imperam os questionários online e as caixas para serem preenchidas. O bottom-line é que estes "serviços e infraestruturas" não conseguem demonstrar melhores resultados e uma melhor educação, enquanto rodeiam crianças anos a fio com objectos electrónicos com consequências nefastas para a saúde a médio e longo prazo.
ResponderEliminarConcordo com a sua análise, Patrícia. É, contudo, de sublinhar as incertezas com as consequências na saúde. Mas, há desde logo, que inscrever que as crianças perdem muito tempo com as tecnologias digitais; brincam pouco tempo em tarefas não organizadas por adultos e socializam muito menos do que as gerações anteriores.
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