Em termos de software sempre desconsiderei as aplicações do império do Microsoft Office como ferramentas de gestão e a falência portuguesa tem uma relação muito directa com os incompetentes meios que se usam para gerir.
A actualidade política indicia uma alteração que me deixa céptico, porque promete não sair do Microsoft Office. Vamos passar do Microsoft Power Point para o Microsoft Excel, enquanto o país real se vai rendendo ao software dos Iphone e Ipad, os casos bem sucedidos na gestão têm aversão à Microsoft e a população comunica em redes sociais que vivem sem Office.