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domingo, 18 de outubro de 2015

o centro foi eliminado?

 


 


 


Considero precipitado anunciar o "fim" do centro político e o início de um segundo fôlego da democracia portuguesa. Parece-me que os factos são de outra natureza. Já se vislumbra uma clarificação no PS, mas o PSD mantém-se na nuvem que a volúpia do poder permite.


 


Quando há cerca de um ano Mário Draghi e o BCE mudaram a trajectória em 180 graus, era previsível, como logo se disse, que os indicadores europeus melhorassem e que Portugal escapasse à bancarrota inapelável com as políticas além da troika: mais dívida, mais défice a prazo e mais empobrecimento. A PàF nasceu como "máscara eleitoral", provocou a radicalização à direita e a "impossibilidade" do PSD governar com quem está à sua esquerda. Passos Coelho escolheu assim e prestará contas internas pela "opção". Por outro lado, António Costa disse que não viabilizava um Governo da frente de direita (seria a pasokização), foi penalizado em votos e tenta respirar; necessita, logo que possível, de uma legitimação interna.


 


E repito o que escrevi antes das eleições:


 



"O PS não fez tudo o que era exigível na preparação atempada da candidatura e na clareza em relação ao legado dos governos de Sócrates. A CDU afirmou-se inamovível e no mesmo sítio de há quatro décadas. As outras esquerdas revelaram a tal inflação de egos e não compreendem por que é que os eleitores não votam num Syriza? O bloco de esquerda, e quando se consolidava, desmembrou-se em três e se não fosse o mérito de duas ou três figuras teria um resultado fraquíssimo. Se os eleitores derrotarem a direita e afirmarem uma governabilidade que exija consensos, a esquerda só pode agradecer a sageza do colectivo."


 


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quinta-feira, 23 de abril de 2015

O grupo Lena e o centrão

 


 


 


O Grupo Lena é de Leira e o Grupo GPS (cooperativa de ensino) tem a sede na mesma zona. Sempre se conheceu uma estreita relação entre as duas organizações na edificação de "colégios", um nome fino, e nas surpreendentes licenças de construção de escolas para alunos financiados pelo Estado e com uma contratação de professores sem concurso público. O denominado centrão está ligado ao assunto e aguardam-se os resultados, também na Educação, da grande operação do ministério público e da polícia judiciária. Hoje, o Público noticia mais uma detenção.


 


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domingo, 23 de março de 2014

do tal de consenso

 


 


 


 


 


Há as mais variadas leituras para as diferenças "insanáveis" entre o PS e o Governo e a campanha eleitoral, que durará, em princípio, mais de um ano, criará ainda mais nevoeiro sobre o acordado e o tornado público. Para além do memorando da troika que se extingue oficialmente daqui a dois meses, existe o tratado orçamental que "amarra" os países do euro e de alguma forma os da união.


 


 


E já se sabe: Portugal pesa pouco no xadrez, mas adquiriu alguma importância estratégica no sucesso da ideia de cortes a eito nos do costume que "liberta" as reformas administrativas em sectores que atingem os aparelhos partidários ou nas negociatas tipo PPP´s que incluem essas organizações que capturaram o Estado de forma sistémica; para além da intocável e corrupta (isto também é comprovado) banca. Sobram os mealheiros, como alguém disse, dos políticos profissionais: funcionários públicos, pensionistas e as classes, média e média baixa, que não conseguem fugir a impostos.


 


 


 



 


 


 


O recorte é do Público de hoje sobre o rescaldo do "Novo rumo" do PS sobre a saúde.


 


O PS diz que diverge de forma insanável do Governo na defesa da escola pública e confirma a sua destruição. Todavia, foi o último Governo PS que abriu todas as portas legislativas a essa destruição, com excepção dos cortes a eito de que nunca se demarcou. É certo que o recente "Novo rumo" sobre Educação prometeu democracia. Mas esse libelo foi coordenado por António Nóvoa e não há qualquer garantia que seja o "Novo rumo" do PS quando voltar ao Governo.


 


Fica a sensação que o consenso com o Governo incluiu, desde o memorando da troika, o despedimento colectivo de 30 mil professores em três anos (uma redução de cerca de 50 mil desde 2005). E é bom que se sublinhe que os professores contribuíram para metade da redução da administração central que permite que os políticos profissionais, e os tecnopolíticos de serviço, se pavoneiem por esse mundo fora.


 


 


 


 

segunda-feira, 3 de março de 2014

tiver?! são uns cómicos

 


 


 



 


 


 


 


A confusão entre os verbos ter e estar deve ser uma gralha do expresso online que sublinhei a bold. Mas que Barroso aponta tanto para o ter como para o estar, lá isso é uma verdade conjugada pelo mainstream.


 


Repare-se: Passos & Seguro são considerados fotocópias (mais ainda porque Passos faz de conta que se esqueceu do fanatismo ideológico de 2011) que nomearam os Dupond & Dupont, Assis & Rangel, e que recuperaram dois especialistas (e que especialistas!) em aparelho, Coelho & Relvas.


 


Mas as fasquias eleitorais são diferentes. Seguro arrisca o lugar se não golear Passos nas europeias, mas este não corre riscos se for goleado. Dá ideia que Barroso conhece bem o consenso que deseja.


 


 


"(...)No início de janeiro, Barroso defendeu abertamente as vantagens de Portugal optar por um programa cautelar. Agora, explica a evolução da sua posição com a evolução da situação: "A situação evoluiu favoravelmente, mais ainda do que se previa. Claro que um programa cautelar dá sempre mais garantias, mais segurança, mas se Portugal tiver em condições de dispensar um programa cautelar, melhor para todos, é óbvio."(...)"


 


 


 


 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

há, como sempre, alternativas

 


 


 


 


"Não há alternativas" é o discurso dos ultraliberais, mas também dos sociais-democratas e socialistas que, acima de tudo, aspiram aos elevadores da oligarquia em detrimento do exercício político que os aproxime do que dizem professar. Só a conta-gotas é que alguns deserdados das ideologias descritas se vêem afastados das benesses ilimitadas e atirados para o lado mais fraco da luta de classes. Só quando chegam aí, e ainda são poucos, é que acordam.


 


Joseph Stiglitz tem sido, ao que consigo observar, coerente e não se cansa de denunciar o aumento das desigualdades e de apontar alternativas. É só ler com atenção uma das páginas do seu último livro e pensar na Holanda como paraíso fiscal dentro da zonaeuro. E é escusado advogar que se terminarmos com isso os capitais emigram, porque quem criou o sistema foram os norte-americanos e europeus que dominaram o mundo. São estes que não querem terminar com o retrocesso civilizacional. Quem não se convencer com a imagem seguinte, faça a leitura integral. E já agora, procure também por crédito de neutrões para perceber como é que 5% recuperaram todas as perdas da bolha imobiliária e como é que a riqueza da classe média desceu 40%. É que sem classe média que se veja as democracias esfumam-se.


 


 


 


 


 


Joseph E. Stiglitz, Joseph (2013:11). "O preço da desigualdade". Bertrand Editora. Lisboa.







domingo, 17 de novembro de 2013

A arte de mentir nas redes sociais

 


 


 


 


A sociedade portuguesa confronta-se com um fenómeno: as denominadas "campanhas negras" contra pessoas promovidas pelos grandes partidos - mais o PSD na crónica de VPV - que usam os tais voluntários jotinhas (alguns bem entradotes) a quem é prometido, e concretizado, um emprego no Estado ou nas instituições que a este se encostam. É só ver a lista das entidades que ficam imunes aos cortes a eito ou que vêem o financiamento reforçado, como os gabinetes ministeriais.


 


O fenómeno usa principalmente as redes sociais e alastrou-se ao âmbito local. As pessoas visadas são muitas vezes surpreendidas com o bullying das páginas falsas do facebook neste submundo da natureza humana. A crónica de hoje de Vasco Pulido Valente no Público levanta um pouco do véu, embora a sua conclusão seja muito discutível.


 


 


 


 


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

na estratosfera já não há só florete: há molhos

 


 


 


 


 


É o CDS quem Governa o MEC e a ofensiva em curso de destruição da escola pública só pode ter duas explicações: o pequeno partido da direita radical está em roda livre ou está a aplicar um qualquer acordo secreto dos partidos do memorando que deixou cair a escola pública.


 


Alguma da intenção legislativa dos últimos dias ainda requer regulamentação e o tal de guião da reforma do estado já parece em descrédito acentuado. Um qualquer optimista podia crer que tudo isto não passa de uma farsa destinada a esconder o essencial para os partidos do bloco central: aplicar cortes a eito de modo a que o regresso aos mercados aconteça quando o Governo cair e este protectorado terminar. Falta perceber, para esta última hipótese, se Passos Coelho capitulou de vez dentro e fora do PSD.


 


Pacheco Pereira deve ter informação privilegiada. E hoje anunciou que na estratosfera já não há só Florete: há molhos também. De qualquer dos modos, é inadmissível que estes actores se esqueçam das pessoas, do desgaste que isto vai provocando na escola pública e que levará décadas a recuperar.


 


 



 


 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

sócrates fez psicanálise em Paris (falta de pachorra mesmo)

 


 


 


 


Sócrates diz que é o "chefe democrático que a direita sempre quis" e vem confirmar a tese dos professores portugueses que o consideram um ultraliberal de facto. Ficam desacreditadas de vez as acusações dos socialistas que apontavam o dedo aos professores. É o próprio a confessar-se, convenhamos. É certo que Sócrates foi apoiado pelo socialismo científico de Lurdes Rodrigues e pelo inferno burocrático de Lemos & Pedreira, mas isso só acentua o registo tragicómico da confissão.


 


Não sei se Sócrates fez psicanálise em Paris, mas os professores de ciência política lá lhe devem ter explicado o que andou a fazer no Governo e o homem divulga-o para gáudio inconfessado de muitos socialistas que sonham com salões e benesses ilimitadas. Se tivessem lido Proust, sabiam que é ténue a fronteira entre Méséglise e Guermantes e que a consciência não está no mercado; pelo menos que se saiba.


 


O mais grave é que os governos ultraliberais de Sócrates permitiram o sonho singapuriano e totalitário dos aprendizes Passos e Relvas acolitados numa troika que sorriu com a coisa e nessa direita dos interesses que nos afunda com corrupção.


 


 



 


 

sábado, 12 de outubro de 2013

Não há alternativas?

 


 


 


 


 


"Não há alternativas", é o discurso naturalmente vigente nos ultraliberais, mas também nos sociais-democratas e socialistas que, acima de tudo, aspirem aos salões do poder e aos elevadores da oligarquia em detrimento do exercício político que os aproxime do que dizem professar. Só a conta-gotas é que alguns deserdados das ideologias descritas se vêem afastados das benesses ilimitadas e atirados para o lado mais fraco da luta de classes. Só quando chegam aí, e ainda são poucos, é que acordam.


 


Joseph Stiglitz tem sido, ao que consigo observar, coerente e não se cansa de denunciar o aumento do flagelo das desigualdades e de apontar alternativas. É só ler com atenção uma das páginas do seu último livro e pensar na Holanda como escandaloso paraíso fiscal dentro da zonaeuro. E é escusado advogar que se terminarmos com isso os capitais emigram, porque quem criou o sistema foram os norte-americanos e europeus que dominaram o mundo e exploraram as restantes populações do planeta. São estes que não querem terminar com o retrocesso civilizacional. Quem não se convencer com a imagem seguinte, faça a leitura integral. E já agora, procure também por crédito de neutrões para perceber como é que 5% recuperaram todas as perdas da bolha imobiliária e como é que a riqueza da classe média desceu 40%. É que sem classe média que se veja as democracias esfumam-se.


 


 


 






Joseph E. Stiglitz, Joseph (2013:11). "O preço da desigualdade". Bertrand Editora. Lisboa.










domingo, 28 de abril de 2013

do regresso do ps ao poder

 


 


 


 


Ouvi na TSF a parte final discurso de José Seguro. Dizia o jornalista que já há uma atmosfera de regresso ao poder. Não sei se a aposta é na interrupção do tempo de legislatura, mas, e como sublinhou o desajeitado consenso implorado pelo indizível Cavaco Silva, a antecipação de eleições legislativas está há muito dependente do pé-dentro-pé-fora de Paulo Portas. É até impressionante como um pequeno partido que já foi anti-Europa-e-sei-lá-mais-o-quê e que tem fornecido inenarráveis quadros neste milénio para as acções governativas, o sistema escolar que o diga, adquire esta importância.


 


Como Seguro pediu uma maioria absoluta mas prometeu um Governo coligado, tudo indica que o almoço secreto que teve com Portas em Agosto de 2012 pode finalmente antecipar o tão desejado, e naturalmente unânime dentro do PS, regresso ao acesso directo ao orçamento de Estado. Dá ideia que Portas é um expert em fugas de informação que alimentem a sua condição de incontornável. São também estes incontornáveis exercícios, dos maiores e dos menores destas coligações, que nos empurraram para um perigoso estado de descredibilização da representação política.

sábado, 12 de janeiro de 2013

da génese e do fim da história

 


 


 


 


 


Vi anteontem um debate sobre o relatório do FMI em que Viriato Soromenho Marques desmontou com clareza a revolução ideológica em curso e deslocou a discussão para a questão central: a banca e a hegemonia ideológica que tem dominado a Europa. Maria João Rodrigues, ex-ministra de um Governo socialista e com presença constante nas instâncias europeias, considerou como principal problema português a ausência de modelos de avaliação meritocrática com uma alusão às políticas do seu partido que, disse, encontraram resistências em interesses instalados. Como professor, senti logo um arrepio.


 


Voltei ao relatório do FMI e li os nomes que o assinam: Gerd Schwartz, Paulo Lopes, Carlos Mulas Granados, Emily Sinnott, Mauricio Soto, and Platon Tinios. Fui ver, por exemplo, quem é Carlos Mulas Granados



  • Miembro de "Economistas 2004", grupo de economistas independientes responsable del programa económico de José Luis Rodríguez Zapatero para las elecciones de 2004.

  • Subdirector de la Oficina Económica del Presidente del Gobierno durante la primera legislatura de Zapatero.

  • Miembro del Comité de Redacción del Programa Electoral del PSOE en 2008 y 2011.

  • Candidato del PSOE por Madrid en las elecciones generales de España de 2011.


 


O que é que quero concluir com estas associações e evidências?


 


Na génese da tormenta em que navegamos está uma espécie de fim da história ideológica. Portugal e a Europa têm sido governados pelas forças financeiras que dominam os partidos políticos mais votados. Se olharmos para o futuro e pensarmos em soluções governativas, é decisivo que as oposições de circunstância condenem com veemência as políticas dos últimos anos e se comprometam com a mudança.


 

sábado, 10 de março de 2012

desgoverno equilibrado

 


 



 


Os dois blocos que têm governado na democracia portuguesa recordam-me a guerra fria. É até interessante verificar que a queda do muro de Berlim ocorreu mais ou menos na mesma altura em que os alternativos da nossa democracia já tinham um currículo de más práticas que permitia a ameaça mútua de denúncia como forma de sobrevivência e de controle da Justiça. É assim que leio os recentes arranhões entre Cavaco Silva e José Sócrates e a alternância dos picos mediáticos de diversos casos de corrupção praticados por membros dos partidos políticos ou dos seus satélites. Mas era bom que, e mesmo considerando que os figurões que vivem na estratosfera já estão de bolsos cheios para umas gerações, alguém lhes dissesse, como se faz aos miúdos, que acender fósforos é uma brincadeira perigosa.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

latitudes

 


 


Quem esteve atento às políticas da Educação, percebeu que houve um debate interno no PSD que se resumiu assim: um grupo que desenhou a continuidade das más políticas do PS e que podemos classificar de ultraliberal ou de testa de ferro da privatização de lucros e um outro que construiu o seu discurso na contestação às políticas dos últimos anos e que se disse defensor de um clima de confiança nos professores e de recuperação do poder democrática da escola.


 


Digamos que o primeiro grupo assentou que nem uma luva ao arco governativo que nos conduziu à bancarrota e que o segundo se apresentou, de forma algo surpreendente, fora desse registo. Usou um discurso sem laivos de má burocracia ou de eduquês e foi sensível ao que os investigadores mais atentos têm diagnosticado: a escola precisa, em nome da igualdade de oportunidades no acesso ao saber, de se libertar de um incomportável caderno de encargos, de recuperar a confiança nos professores e de se dedicar ao ensino.


 


O segundo grupo parece estar a perder a voz e é fundamentall que a esquerda construa um ideário nas políticas da Educação que se afirme como oposição e que prepare uma alternativa de governo que apague de vez a desastrosa herança dos governos de J. Sócrates.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

da blogosfera - arrastão

 


 


2008 foi a oportunidade da esquerda. Demitiu-se e perdeu. 


 


"(...)É verdade que o governo socialista espanhol é o 10º a cair na Europa. Mas tem sido a direita a ganhar no deve e haver eleitoral. E, se, há três anos, me dissessem que a direita seria quem iria tomar as rédeas do poder na Europa para nos fazer "sair da crise" e que teríamos homens da Goldman Sachs espalhados por governos e instituições europeias, diria que se tratava de excesso de pessimismo. Mas assim aconteceu. E nesta tragédia, socialistas e social-democratas europeus têm fortíssimas responsabilidades. Como se vê em Espanha, o eleitorado de esquerda não passou para o lado de lá. Apenas deixou de acreditar nos socialistas. E, lá e cá, quem os pode condenar? (...)"

sábado, 12 de novembro de 2011

segredos do estado em que estamos

 


 


O segredo é total e noticiado? Como? Está tudo desorientado e resta alguma diversão. A imprensa de referência compete com as contas do país nos rankings da incredibilidade. E a coisa piora quando chama à primeira página uma irrelevância para a Educação em 2012. Cortei o resto por uma questão de higiene mental.


 


 


sábado, 23 de abril de 2011

se eles dizem

 


 


Não sei se é da vergonha com a presença da troika, mas as nossas "elites" têm andado um bocado desvairadas. O candidato ao lugar supremo da monarquia e um ex-presidente que exerceu o cargo que nem um monarca, apareceram hoje em jornais de referência a tranquilizar a população e a darem uma mãozinha a dirigentes oriundos do PSD. Se no primeiro caso podemos acreditar na autenticidade de quem se esforça por demonstrar que a nossa agricultura biológica tem futuro, no segundo ficamos com receio que o que está em causa é o futuro do seu partido e da respectiva família.


Duarte Pio diz que Cavaco Silva tem tido “papel positivo” na crise


"Passos Coelho é uma pessoa bem-intencionada com quem se pode falar"Governo e PSD têm de se entender. Esta é a batalha de Mário Soares, o fundador do PS que simpatiza com o líder do PSD.(...)"