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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Se Sabe de Vírus

 


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A Microsoft, e Bill Gates, andou anos a fio pelos tribunais por ter plagiado o sistema operativo da Apple. Teve sempre muito bons advogados, foi pagando multas e indemnizações avultadas, e floresceu financeiramente com a geração do referido plágio: Windows.


Nesta fase, em que se generalizam plataformas digitais por causa do "ensino à distância", a Microsoft volta a estar numa situação delicada porque, ao contrário da rival Apple, tem um sistema operativo de código aberto para fins comerciais que permite muitos ganhos financeiros mas reduz a segurança e, por isso, lida há muito com vírus em catadupa. Há encarregados de educação de Portugal bem informados. Leia a alínea h) e aproveite e vá ter com o texto restante.



h) direito a não ser obrigado a contratar, e nomeadamente a não ser obrigado a aceitar cláusulas contratuais (chamem-se elas “termos de utilização”, “condições de utilização”, “termos do serviço”, “política de privacidade”, ou qualquer outra coisa), impostas por terceiros, e muito menos por entidades privadas, estrangeiras, e ainda por cima (como se já não bastasse), com um histórico criminal de graves violações de alguns dos direitos anunciados acima (estamos a falar, por exemplo, de empresas como a “Google”, “Microsoft” ou “Zoom Video Communications”, algumas delas, aliás, com “soluções” informáticas já banidas de alguns países, inclusivamente da União Europeia).


segunda-feira, 17 de março de 2014

do criador da Siri

 


 


 


 


 


O ambiente de sociedade de informação nas organizações escolares deve incidir na simplificação dos procedimentos informacionais que envolvem os professores e os restantes profissionais.


 


Se isso acontecer, está dado um primeiro e fundamental passo para que as tecnologias e o software só entrem nas salas de aula de forma sensata e com alergia aos modismos.


 


"O criador da Siri, a aplicação que serve de assistente pessoal no iPhone e que a Apple comprou por 200 milhões de dólares, veio a Portugal dar conselhos de empreendedorismo" e apresentou a seguinte conclusão:


 


 



 

sábado, 5 de outubro de 2013

...e steve balmer chorou

 


 


 


 


 



 


 


 


...e Steve Balmer chorou






"Os gurus da tecnologia adquirem com o tempo e o sucesso uma aura que vai para lá da imagem do empresário bem sucedido. Aquilo que fazem quando inventam novos produtos informáticos em particular não é só da ordem do consumo e da economia. Marca uma posição no espectro das possibilidades de estar-no-mundo. Isto é, diz respeito à forma como construímos uma existência, no que está implicada a política, mas também as imagens que projetamos do futuro que supostamente queremos ter.




O desenvolvimento de produtos Apple ou Microsoft, por exemplo, criou autênticos estilos de vida e mesmo formas de organização que tiveram grandes implicações em termos materiais e simbólicos. Materiais, porque lançou tecnologias que trouxeram para o dia-a-dia modos de agir que antes não existiam: o computador pessoal, as janelas no ecrã, o ecrã-computador (tablet). Simbólicas, porque forjou visões do mundo que geraram identificações específicas em massa: uma vida original e de vanguarda, um uso distintivo, ainda que comum. Os conteúdos que enformaram estas construções são variáveis dependendo do produto e do público de que estejamos a falar.




A personagem de Steve Jobs da Apple é claramente o melhor exemplo de um guru que incentiva esta dinâmica. Mas, claro, de uma forma diferente, também o são Bill Gates da Microsoft e Mark Zuckerberg do Facebook. Qualquer um deles impressiona porque enriqueceu de uma forma rápida a partir de muito trabalho e do sucesso comercial, mas também de uma visão que projeta novas vivências. Portanto, esse enriquecimento liga-se a uma ideia para o futuro. Muitas vezes tratam-se de pequenas coisas na história da humanidade; contudo, no presente difundem-se em massa e dão notoriedade tremenda a uma perspetiva que começa por ser de imaginação. Recentemente, Steve Ballmer anunciou a sua saída da Microsoft. Foi suficiente para que uma comunidade o ouvisse na sua última prédica emocionado. Também um discurso de Steve Jobs na universidade de Stanford teve efeito semelhante. Sobretudo depois da sua morte, quando esse mesmo discurso fazia uma catarse da vida.


Há aqui uma relação direta entre utopia, tecnologia e economia, confluindo numa espécie de existencialismo tecnofílico. Diz respeito a indivíduos que se destacam por se empenharem em encontrar para os outros novas configurações tecnológicas, recebendo em troca reconhecimento e dinheiro. Este esforço vê na tecnologia uma salvação individual, como negócio, e coletiva, como produto de massas. Projeta-se na máquina o homem que a inventa, não como imitação, mas como continuidade partilhada. Há muito que está lançada a "grande transformação" ou a "mobilização total". Está nas mãos das empresas e de inventores-empresários que passam bem por sacerdotes."







domingo, 29 de setembro de 2013

está, finalmente, explicado o enigma para a prevalência da tortuosidade

 


 


 


 


 


 


 


 


 


Utilizo computadores da Apple desde 1986. Para além do design arrojado, o que mais me seduziu foi o sistema operativo e as aplicações associadas. A génese simples, amigável, intuitiva, descomplicada, poderosa para a organização de sistemas de informação, fiável, sem vírus e por aí fora garantiram a fidelidade. A base de dados Filemaker, por exemplo, tem-me acompanhado como oxigénio profissional.


 


A utilização Apple em Portugal foi sempre minoritária. Foram anos de muita paciência a ouvir os concorrentes da Microsoft: a Apple é informática-para-tótós, as janelas e pastas são cantos de sereia do design, nada de profundo se faz com esse software e por aí fora.


 


Por volta de 1990 testei as dúvidas e concluí: para ligar um computador, clicar no rato e usar teclas até começar a escrever um texto, num Apple fazia 5 operações e num "PC" mais de quarenta. O fenómeno agudizou-se ao longo dos anos e ficava perplexo com a paixão exclusiva do pessoal da Microsoft que nem se atrevia a tocar num Apple


 


E não se julge que esta explicação não influenciou a manutenção da má burocracia que acompanha o sistema escolar na passagem para o digital. A saga do que se pode "fazer-com-um-clique-é-feito-com-10-ou-20", arrastou a cultura organizacional, e os raciocínios subjacentes, para o comprovado "inferno".


 


Bill Gates deu finalmente a explicação que o Ionline registou ontem. A tortuosidade começou cedo e no famoso control+alt+delete. O co-fundador da Microsoft assume o erro. São três teclas em vez de uma. A coisa disseminou-se e foi o que se sabe.


 


 


"Bill Gates admite que que a criação do Ctrl+Alt+Delete, que permitia a efectuar de forma segura o login num sistema Windows, foi um erro.


Numa conferência na Universidade de Harvard, o co-fundador da Microsoft admitiu que esse atalho, que implica pressionar três botões ao mesmo tempo para entrar num sistema operativo e que actualmente é mais usado para aceder aos comandos de reinicialização e de gestão de tarefas, não é prático e que a sua criação “foi um erro”.


Gates atribuiu responsabilidades à IBM e afirmou que poderia ter sido criado apenas um botão se um funcionário daquela marca de computadores não tivesse insistido naquela sequência."









sábado, 29 de junho de 2013

polémicas sobre o digital

 


 


 


 


 


Um IPAD por aluno pode ser um projecto interessante, mas tem riscos e o principal pode estar na concentração. Um aluno com um aparelho ligado à rede terá tendência para se dispersar e prestar menos atenção ao que se passa na sala de aula.


 


 



 


 



 


 

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

juros da dívida

 


 


 


 


 


 


 


E se Portugal resolvesse pagar os juros da dívida em moedas de 5 cêntimos, nomeando o consultor António Borges para conferir a contagem já que será também da confiança dos credores? Se não quisessem receber, não pagávamos.


 


Lembrei-me desta solução ao ler duas notícias: a Samsung prepara-se para pagar dessa forma a multa à Apple e o inimitável António Borges, num tresloucado exercício de auto-avaliaçãodenuncia "interesses instalados" contra planos de ajustamento. Vale tudo, realmente.

domingo, 11 de março de 2012

sapo no ipad

 


 


 



 


 


 


Utilizei muito os Palm OS e os denominados computadores portáteis, mas só passei para o IPAD quando me assegurei que o indispensável estava garantido. Contudo, os blogs do sapo ainda têm que caminhar para se tornarem autónomos. É possível lançar um post e fazer a gestão do blogue, mas é quase sempre "obrigatório" temporizar de modo a fazer uns acertos noutro dispostivo. E já tive uns dissabores, para além das habituais gralhas em textos ou emails. Perdi de vez o contador do sitemeter com o histórico da utilização do blogue nos útimos dois anos e se quiser regressar à aplicação tenho de fazer um novo registo e começar a zeros. Também apaguei o link para um blogue e valeu-me o aviso imediato de uma leitora. Neste caso, foi simples a reposição.


 


A utilização do Facebook no Ipad pode fazer-se a partir do Safari (navegador da internet) ou numa aplicação própria. A segunda é ainda muito lenta e a primeira tem os botões localizados em sítios diferentes do habitual o que já me levou a eliminar inadvertidamente publicações com "gostos" e comentários. Peço desculpa pelo facto e aí a responsabilidade deve-se apenas à minha distracção.


 


Estou satisfeito com o IPAD. Faço, como disse, tudo o que fazia anteriormente e aumentei a portabilidade, a poupança de energia e as condições para registar imagens.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ainda o Steve

 


 


Steve Jobs batalhou muito dentro da Apple para que o Filemaker fosse a principal base de dados da empresa. Sem esse esforço, e sem essa inigualável capacidade visionária, talvez a aplicação nem tivesse conhecido a década de noventa do século passado. Estamos-lhe gratos também por isso e a comunidade Filemakeriana, de que me orgulho de fazer parte, não pára de o reconhecer.

adeus steve

 


 


Hoje foi o último dia de Steve Jobs.


 


 



  

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

sem jobs

 


 


Steve Jobs ficará ligado à história bem sucedida da Apple, a empresa despedi-o uma vez e o seu regresso impediu a falência nos finais do século passado, e amanhã far-se-á a tradicional apresentação sem a sua presença. A expectativa, sobre o futuro da empresa, é elevada.


Novo CEO da Apple prepara-se para apresentar o mais recente iPhone

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

steve jobs

 



 


 


 


Comprei o meu primeiro Apple por volta de 1987 e fiquei rendido. Na primeira noite fiz uma directa a descascar o inigualável sistema operativo e nunca mais mudei. Mais tarde, em 1991, conheci a base de dados Filemaker, da família do sistema operativo, e integrei-a como um pilar profissional. Devo à visão de Steve Jobs estes quase 25 anos de satisfação com as tecnologias de informação e espero prolongar. Desejo-lhe uma vida longa e cheia.


 


Encontrei algumas citações interessantes:




“Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa… Ir para a cama à noite a pensar ‘hoje fizemos algo maravilhoso’… Isso é que é importante para mim.”

“Sê a bitola da qualidade. Algumas pessoas não estão habituadas a um ambiente em que a excelência é expectável.”



“Porquê alistarmo-nos na marinha se podemos ser piratas?” 

“É a inovação que distingue um líder de um seguidor.”

“Quase tudo – as expectativas dos outros, todo o orgulho, todo o receio de nos envergonharmos ou o medo de falhar – desaparece perante a morte, deixando-nos apenas com aquilo que verdadeiramente importa. Lembrarmo-nos de que vamos morrer é a melhor maneira de evitarmos pensar que temos alguma coisa a perder. Se estamos completamente nus, não há razão nenhuma para não seguirmos o nosso coração.”

“O teu tempo é limitado, por isso não o gastes a viver a vida de outra pessoa. Não caias na armadilha do dogma, que é viver de acordo com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixes que o barulho criado pela opinião dos outros silencie a tua voz interior. E, acima de tudo, tem a coragem de seguir o teu coração, a tua intuição. Por uma razão qualquer, eles já sabem o que tu queres ser. Tudo o resto é secundário.”

“Na altura não pensei assim, mas ser despedido da Apple foi a melhor coisa que me podia ter acontecido. O peso do sucesso deu lugar à leveza de estar a começar outra vez, com menos certezas sobre as coisas. Libertou-me para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida.”



terça-feira, 7 de junho de 2011

icloud

 


 



 


OS X Lion é o nome do novo sistema operativo da Apple para os portáteis e computadores de secretária e o iOS 5 é o SO para os dispositivos móveis, o iPhone, o iPad e iPod Touch.


 


Uma das boas novidades destes sistemas é o conceito de icloud. A nuvem foi explicada assim por Steve Jobs:  “Tudo o que compro posso descarregar em qualquer aparelho sem encargos adicionais. É a primeira vez que vemos isto na história da indústria musical”, disse, citado pelo El País. O director-executivo explica que este conceito aplica-se a quialquer tipo de ficheiro. "Se se tem uma fotografia no iPhone, vai-se à nuvem e dali pode-se disponibilizar em todos os dispositivos. Não se tem que fazer nada, coloca-se simplesmente o conteúdo na nuvem e passa-se para todos os aparelhos. Calendários, correio e contactos converteram-se em aplicações na nuvem”, concluiu. 

sexta-feira, 18 de março de 2011

office

 



 


Em termos de software sempre desconsiderei as aplicações do império do Microsoft Office como ferramentas de gestão e a falência portuguesa tem uma relação muito directa com os incompetentes meios que se usam para gerir.


 


A actualidade política indicia uma alteração que me deixa céptico, porque promete não sair do Microsoft Office. Vamos passar do Microsoft Power Point para o Microsoft Excel, enquanto o país real se vai rendendo ao software dos Iphone e Ipad, os casos bem sucedidos na gestão têm aversão à Microsoft e a população comunica em redes sociais que vivem sem Office.

sábado, 11 de dezembro de 2010

a economia de mentir

 


 


O fio do horizonte de Eduardo Prado Coelho era o ponto de partida diário para a edição impressa do Público; outros tempos. Resisto e mantenho o inigualável prazer da leitura do jornal numa esplanada. Só que cada vez há menos tempo e não são raros os dias que chegam ao fim com o jornal imaculado. Já não o compro todos os dias e para não obliterar o hábito ainda não assinei a edição online; a edição ipad aguça a tentação.


 


Mudei o ponto de partida. Miguel Esteves Cardoso, o MEC, é o escolhido. Hoje foi assim:


 


"É pena que mentir seja visto apenas moral ou ludicamente. Se mentir é feio ou bonito, se faz sofrer ou dá prazer: são questões que não dão o devido respeito à mentira.


É fácil identificar as situações em que sempre se mente - para bem de toda a gente, a começar pelo do mentiroso. Tem graça como aquelas em que se deve mentir e aquelas em que nos dá jeito mentir tendem a coincidir quase sempre. As mentiras não se devem confessar, porque deixam de funcionar. Mas é impossível defendê-las sem declará-las. Confessarei só uma, que pratico desde que tirei a carta de condução.


A situação é sempre a mesma. Um português, amigo ou não, fala de um sítio que é importante para ele. Menciona um lugar que tanto ama ou abomina e não descansa enquanto não nos indicar exactamente onde fica. Sem que perguntemos onde é, adianta-se, violando.nos, com a pergunta: "Sabes onde é?" Obriga-nos a responder que não. E depois começa: "Sabes onde é a Adega do Batata?"


Nós, na nossa ainda honesta inocência, dizemos que não. Sem respeito nem paciência - com desprezo até - vem a réplica, invocando um lugar que presumivelmente toda a gente tem obrigação de conhecer.


Em Lisboa, por exemplo, perguntam muito: "Sabes onde são os Cabos de Ávila?" É aí que eu minto há 40 anos. Digo que sim, para acabar com a conversa. Mas não sei. E orgulho-me de um dia morrer sem fazer ideia (ou desejar saber) onde são os Cabos de Ávila.


Mentir é poupar tempo. É um investimento."


 

sábado, 11 de setembro de 2010

bem me parecia

 


 


Que me desculpem os meus amigos dependentes dos produtos da Microsoft (até sei que toleram a minha antiga fidelização à Apple e ao Filemaker - aquele software milagroso -). Só que há coisas que nunca nos surpreendem. Leiam lá qual era a empresa que contribuía para o atraso na divulgação do acórdão do processo Casa Pia e que até tem de enviar altos especialistas para que se possam imprimir documentos. É um bocado risível, quer parecer-me. Imaginem o que seria se uma escola com uma boa dimensão - tipo média empresa - começasse a usar produtos da Microsoft para a gestão de dados em rede. Adivinhar-se-ia o caos no planeamento, claro.


 


 


Especialistas da Microsoft ajudam juíza a formatar acórdão da Casa Pia

sexta-feira, 25 de junho de 2010

iphone4 esgota em poucas horas

 


 


A Apple continua em crescendo. A empresa de maçã prossegue a sua saga tecnológica. Desta vez é a nova versão do célebre Iphone. Vale a pena conhecer os detalhes.


iPhone 4 esgota no Japão em poucas horas após lançamento


 











quinta-feira, 27 de maio de 2010

coisas óbvias

 


 



Foi daqui


 


Os que me conhecem melhor sabem da minha fidelidade aos produtos da Apple. Os seus computadores, o imbatível sistema operativo e a base de dados mais poderosa que se conhece, o Filemaker, são alguns dos meus oxigénios profissionais desde a década de oitenta do século passado; sou um indefectível.


 


Não é difícil imaginar as vezes que fui objecto de desdém pelos missionários da Microsoft; é de notar, que esses imperialistas do software sempre acusaram os adeptos da maçã de qualquer coisa como limitados em não sei o quê e de fracos em estratégias de mercado.


 


O tempo e o mercado, sempre o tempo e o mercado - o segundo um bocado idiota e demasiado falível -, lá se encarregaram de colocar as coisas no lugar. Ora leia.


 


Apple ultrapassa a Microsoft como a mais valiosa empresa de tecnologia


"É uma reviravolta do mercado que revela uma revolução cultural e de comportamentos: a Apple ultrapassou a Microsoft como a mais valiosa empresa de tecnologia do mundo.(...)".

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ipad - o computador portátil do momento

 


 


O novo gadget da Apple, apresentado hoje, é menos que um computador portátil e mais do que um Iphone. Permite navegar na Web, faz tudo o que se pode fazer no Iphone menos telefonar e é um imbatível aparelho para as leituras.


 


Ora veja.