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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Parece-me a mais simples

 


 


 


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Depois de umas pesquisas, a receita que se segue foi a mais simples que encontrei e sem perder o essencial:


 



"Ingredientes para 5 pessoas:



  • 1/2 galinha Várzea

  • 2,5l de água

  • 80g de arroz Golden Sun

  • Sal Castello q.b.


Preparação:


Aproximadamente uma hora.


Leve ao lume um tacho com água e deixe ferver. Nessa altura junte a galinha e o sal e deixe cozinhar até a carne ficar bem tenra. Retire a galinha e deixe-a arrefecer um pouco. Entretanto, passe a água por um coador de rede fina e coloque-a novamente na panela, levando ao lume até ferver. Junte o arroz, mexa bem e verifique o sal, deixando cozinhar durante cerca de 15 minutos. Aproveite para limpar a galinha, tirando as peles e os ossos e desfie a carne, que deve adicionar ao arroz, depois de cozido. Misture tudo e sirva decorado a gosto. Se preferir pode substituir o arroz por 100 g de massinhas."


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Mousse de frango com gelatina

 


 


 


Impressões da situação no Brasil


 




"(...)Às vezes, ela chamava àquele prato a sua mousse de frango com gelatina, outras vezes chamava-lhe mousse de gelatina e frango. Eis mais uma de entre mil e uma facetas práticas da gelatina. A palavra encaixa em qualquer lado, no princípio, no fim ou no meio. Era uma palavra semelhante a um botão, basta premir e já está, à imagem de tantas outras coisas hoje em dia, o mundo inteiro a desvendar-se atrás de um botão, basta premir.(...)"



 


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DeLillo, Don (2010:527). "Submundo". Sextante Editora. Lisboa.


 


terça-feira, 26 de julho de 2016

Mousse de gelatina e frango

 


 


 



"(...)Às vezes, ela chamava àquele prato a sua mousse de frango com gelatina, outras vezes chamava-lhe mousse de gelatina e frango. Eis mais uma de entre mil e uma facetas práticas da gelatina. A palavra encaixa em qualquer lado, no princípio, no fim ou no meio. Era uma palavra semelhante a um botão, basta premir e já está, à imagem de tantas outras coisas hoje em dia, o mundo inteiro a desvendar-se atrás de um botão, basta premir.(...)"



 


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DeLillo, Don (2010:527). "Submundo". Sextante Editora. Lisboa.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

avaliação e objectivos

 


 


 


 


 


Metemos umas pilhas alcalinas num telefone portátil da rede fixa e não correu bem: duraram pouco e iam danificando o aparelho. Nada melhor do que ir ao centro da cidade e comprar umas não alcalinas numa loja do comércio tradicional. As incursões, cada vez mais raras, ao centro urbano do sítio onde se vive há mais de duas décadas são viagens no tempo. Ao lado da loja das pilhas sobrevive a renovada Mercearia Pena (since 1909) de visita obrigatória; e a surpresa foi completa.


 


 



 


 


Numa prateleira bem visível dou com embalagens da marca Rajah. Fiquei perplexo. Não são as tradicionais, em cartão, mas o alumínio transporta o milagroso pó de caril que só me chegou importado durante mais de três décadas e que está agora a 10 minutos de caminho pedonal (aproveito para aconselhar a versão medium, pois a hot é muito exigente)


 



 


 


E já que estamos a viajar no tempo, importa sublinhar que Daniel Stufflebeam e Michael Scriven, nos seus estudos (década de setenta do século passado) sobre teoria da informação e definição de objectivos, alertaram para a ASO, avaliação sem referência a objectivos, em alternativa à ACO, avaliação com referência a objectivos.


 


Ou seja, acontecia, e normalmente em programas aplicados por quem desconhecia o denominado terreno, que as práticas provocassem resultados opostos aos enunciados nos objectivos.


 


Valeu-me a ASO, realmente. Avaliei, ou seja, tomei a decisão de comprar as pilhas em local seguro, e atingi-o, mas consegui um objectivo mais importante e não previsto no planeamento.