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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Las Termas - todo um conceito de Cocido Maragato

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Se passar por Astorga, e para além do edificado, almoce um Cocido Maragato no Las Termas.


Começa com tomate temperado quanto baste, passa para carnes bem seleccionadas e divinamente cozinhadas, segue para verdes, batata e um inesperado e delicioso grão e termina com um caldo "recheado" com massas finas. Tem direito a doce e café caseiros e o vinho e a água são por conta da casa. A tradição modernizou-se com a sensação de honestidade.


 

terça-feira, 13 de agosto de 2019

A Casa de Aldán

 


Existem locais que resistem ao tempo. Aldán, na Galiza, um porto piscatório do outro lado de Vigo, realiza o conceito de resiliência. Tem praias perto, mas não é um lugar de veraneio. O pequeno porto mistura a actividade piscatória com embarcações de recreio. Pode-se alugar um passeio pelas rias baixas.


Não era fácil dar com o lugar, mas hoje não é assim. Quem circula pela autopista que liga Vigo a Pontevedra, deve sair na direcção de Cangas logo a seguir à ponte de Vigo. Depois é seguir as placas: Cangas, Bueu e Aldán. Tudo em autovia sem portagens.


Qual é a magia de Aldán? A localização, sempre com ampla vista para o mar, e o silêncio enriquecido pelo som das gaivotas ou dos barcos dos pescadores. Apreciar a actividade do porto e fazer caminhadas pelas redondezas são outros modos de aproveitar o tempo. Mas Aldán tem dois factores imbatíveis: uma pousada e um restaurante.


A Casa de Aldán é um privilégio que se requinta com o passar do tempo.


 


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O restaurante é uma tasca de peixe e marisco. Tem uma carta com uma dezena de soluções. Está sempre com lotação esgotada. É tudo fresco, grelhado na brasa ou cozinhado no vapor e a preços inacreditáveis. Para se ter uma ideia, os mexilhões, e que mexilhões, que verá nas imagens seguintes são a 4,5 euros a dose e as navalhas, e que navalhas, a 6 euros a dose. Sardinhas, e que sardinhas, a 1 euro cada e por aí fora.


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Post de 10 de Agosto de 2016.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Perdições

 


 


Um exemplo de uma perdição? Quando uma Trattoria faz, com toda a propreidade, do lema na imagem o seu modo de servir.


 


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sábado, 31 de dezembro de 2016

E o Porto aqui tão perto

 


 


 


 


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Alameda da Fundação Serralves


 


Dizem-me que Rio "eliminou" a oferta cultural no Porto e nota-se nos teatros e nos cinemas. Num registo mais recente, a zona histórica da cidade rendeu-se à inundação turística e o clima acompanhou. Ficámos alojados na Avenida da Boavista, ao largo da agitação, e começámos por Joan Miró (materialidade e metamorfose) um acervo que estava nas mãos do BPN (arte é arte acima dos negócios terrenos). Jantámos no imperdível Solar Moínho de Vento (o arroz malandro com costelinhas, grelos e moura é divinal). Amadeo de Souza Cardoso (exposição 1916-2016), no Museu Nacional Soares dos Reis ficou para o dia seguinte)é uma recriação da genial exposição em que Amadeo foi tudo antes de morrer com 30 anos vítima da "gripe espanhola". Como ouvi a um catalão: os portistas vingaram-se quase um século depois e apropriaram-se do Joan Miró. Mais à noite, o Ribeira Square fez jus à famosa francesinha antes da Casa da Música exibir outro ponto forte da actualidade nacional: os jovens músicos representados pelo quinteto de Filipe Teixeira.


 


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Quinteto de Filipe Teixeira na Casa da Música


 


O Porto está belíssimo para passear. O tabuleiro superior da ponte D. Luís, de Gustave Eiffel, ficou para metro e peões. Passámos por lá e fotografámos os últimos momentos de uma visita muito agradável.


 


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 Ribeira do Porto vista da Ponte D.Luís

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Parece-me a mais simples

 


 


 


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Depois de umas pesquisas, a receita que se segue foi a mais simples que encontrei e sem perder o essencial:


 



"Ingredientes para 5 pessoas:



  • 1/2 galinha Várzea

  • 2,5l de água

  • 80g de arroz Golden Sun

  • Sal Castello q.b.


Preparação:


Aproximadamente uma hora.


Leve ao lume um tacho com água e deixe ferver. Nessa altura junte a galinha e o sal e deixe cozinhar até a carne ficar bem tenra. Retire a galinha e deixe-a arrefecer um pouco. Entretanto, passe a água por um coador de rede fina e coloque-a novamente na panela, levando ao lume até ferver. Junte o arroz, mexa bem e verifique o sal, deixando cozinhar durante cerca de 15 minutos. Aproveite para limpar a galinha, tirando as peles e os ossos e desfie a carne, que deve adicionar ao arroz, depois de cozido. Misture tudo e sirva decorado a gosto. Se preferir pode substituir o arroz por 100 g de massinhas."


terça-feira, 7 de abril de 2015

chaves

 


 


 


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Chaves. Março de 2015. Fotografia tirada numa margem do rio Tâmega enquanto degustava um inigualável presunto (pode também perguntar pelo caminho para S. Lourenço e, encontrado o destino, entrar no Solar do Presunto do lado esquerdo no sentido de Valpaços) e que se pode observar na imagem abaixo.


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Este post será também o dia 3 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos.


 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

gaia

 


 


 


 


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Vila Nova de Gaia. Abril de 2015. Fotografia tirada numa esplanada na ribeira do Porto e numa sexta-feira santa. Como degustava a francesinha que pode ver na imagem abaixo (com um não convencional sumo de laranja no molho com um resultado óptimo), aproveitei as vantagens tecnológicas, paguei o IMI e um IUC e aqui estou.


 


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Este post será também o dia 2 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos. 

sábado, 4 de abril de 2015

boticas

 


 


 


 


 


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Boticas. Trás-os-Montes. Março de 2015. Fotografia tirada do 1º andar do Centro de Artes Nadir Afonso. Estava sentado dentro do bloco que se vê na imagem abaixo. Num autêntico dia de verão, à visita seguiram-se uns inesquecíveis pregos no pão com carne barrosã.


 


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Este post será também o dia 1 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos. 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

quem disse que não?

 


 


 


 



 


 


 


 


Pizzaria PortoBello, São Martinho do Porto. Abril de 2014.


 


Um deliciosa pizza de caril de camarão numa combinação aparentemente impossível.


 


 


 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

avaliação e objectivos

 


 


 


 


 


Metemos umas pilhas alcalinas num telefone portátil da rede fixa e não correu bem: duraram pouco e iam danificando o aparelho. Nada melhor do que ir ao centro da cidade e comprar umas não alcalinas numa loja do comércio tradicional. As incursões, cada vez mais raras, ao centro urbano do sítio onde se vive há mais de duas décadas são viagens no tempo. Ao lado da loja das pilhas sobrevive a renovada Mercearia Pena (since 1909) de visita obrigatória; e a surpresa foi completa.


 


 



 


 


Numa prateleira bem visível dou com embalagens da marca Rajah. Fiquei perplexo. Não são as tradicionais, em cartão, mas o alumínio transporta o milagroso pó de caril que só me chegou importado durante mais de três décadas e que está agora a 10 minutos de caminho pedonal (aproveito para aconselhar a versão medium, pois a hot é muito exigente)


 



 


 


E já que estamos a viajar no tempo, importa sublinhar que Daniel Stufflebeam e Michael Scriven, nos seus estudos (década de setenta do século passado) sobre teoria da informação e definição de objectivos, alertaram para a ASO, avaliação sem referência a objectivos, em alternativa à ACO, avaliação com referência a objectivos.


 


Ou seja, acontecia, e normalmente em programas aplicados por quem desconhecia o denominado terreno, que as práticas provocassem resultados opostos aos enunciados nos objectivos.


 


Valeu-me a ASO, realmente. Avaliei, ou seja, tomei a decisão de comprar as pilhas em local seguro, e atingi-o, mas consegui um objectivo mais importante e não previsto no planeamento.


 


 


 


 


 


 

domingo, 22 de abril de 2012

a imperdível casa antero / pachá

 



 


 


 


Não requer GPS: basta perguntar no centro urbano das Caldas da Rainha pela Casa Antero/Pachá (amplamente premiado em concursos gastronómicos). Não interessa a hora, pois está sempre cheio e se estivesse localizada num qualquer Bairro Alto as filas de espera dariam voltas ao quarteirão.


 


São dois nomes para o mesmo espaço de restauração e com a mesma ementa. O Pachá é o restaurante tradicional.


 


A Casa Antero existe há cerca de 70 anos. Começou como um típica tasca e é hoje um espaço que mantém a traça, mas que evoluiu com muito gosto e qualidade. Pode fazer-se qualquer tipo de refeição, mas aconselho que passe por lá sem pressa e que se deixe conduzir pela excelência das escolhas gastronómicas do proprietário.


 


À saída pode trazer pão quente.


 


Não se vai esquecer da simpatia e do profissionalismo com que foi recebido. No dia da imagem, o bacalhau com verduras, e com uma fatia de presunto, estava também imperdível.

domingo, 8 de abril de 2012

há sempre um café central

 


 


Gosto especialmente de Caminha e aprecio muito a zona costeira entre Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. A natureza deu o melhor de si e o homem tem-se portado com alguma sensatez (o edificado está a léguas do Allgarve, o espaço comum muito bem cuidado embora não tenha pesquisado sobre os pagadores de tanta pedra e mobiliário urbano).


 


Há muito que não comia uma francesinha, a célebre sandes nortenha com molho picante, e o Café Central de Caminha recomenda-se.


 


 


domingo, 18 de março de 2012

prova dos sentidos

 


 



 


 


Definitivamente, e nem sei se será o ADN, o meu fio do horizonte é o que une o céu e o mar. Mas gosto das cidades. Quanto mais cosmopolitas melhor e se permitirem ver o tal fio desde as suas avenidas, então o Nirvana estará próximo.


 


A cidade onde vivo, as Caldas da Rainha, não é grande, não é à beira-mar - mas o mar está bem à mão - nem cosmopolita e não tem sido cuidada como merecia. Mas recomenda-se. Há tempos, subia da rotunda da Rainha para a praça da fruta e dei, do lado direito, com a "prova dos sentidos" (link do facebook). Bonita decoração porque os olhos também alimentam, serviço que alia o profissionalismo com a simpatia, música audível, wireless gratuito, cozinha portuguesa e internacional de boa qualidade e a bons preços. No dia da imagem, a escolha recaiu numa lasanha com muitos legumes que lhe deu um toque singular e muito agradável.