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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

com os professores que mais lutaram a sorrir

 



Foi daqui.


 


 


 


 



Oposição vai mesmo travar


 


avaliação de professores


 


 


"A oposição prometeu e está disposta a cumprir. PSD, CDS-PP, Bloco de Esquerda e PCP vão acabar com o actual modelo de avaliação e com a divisão dos professores em duas categorias. Tudo isto não deverá acontecer antes de Janeiro, disse ao Diário Económico a vice-presidente do Parlamento e deputada do PS, Celeste Correia: "Se a oposição toda avançar junta pode alterar ou mesmo revogar o modelo de avaliação. Mas antes é preciso formar Governo e primeiro ainda está o Orçamento de Estado. Não creio que o actual modelo possa ser alterado antes do início do próximo ano".(...)"


 


 


 


É uma notícia que faz bem aos professores (nem a todos; sabemos bem disso, claro) e que é anunciada por uma deputada do PS. Dá ideia que até o governo está em pulgas para se ver livre da trapalhada mais incompetente que ocorreu na história da Educação (talvez tenha um concorrente parecido naqueles concursos de professores de 2004, mas com implicações menos graves e uma longevidade muito mais curta).


 


Já viram que mais dia menos dia o país educativo pode acordar sem a lesiva divisão da carreira, com a derrota do monstro burocrático da avaliação e, por via disso, com um verdadeiro abalo nos frágeis alicerces do novo modelo de gestão escolar?


 


E ainda há os que dizem que os professores não venceram, que não valeu a pena lutar ou que nada mudou com os resultados das eleições legislativas. Mas queriam o quê? Que os professores governassem? Já lhes basta carregar com as disparatadas "reformas" e passar a vida a reerguer o poder democrática das escolas sem que os "reformadores" cheguem a prestar contas que se vejam.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

os professores que lutaram têm motivos para sorrir

 



Foi daqui.


 


 


.... porque o actual governo deixará de contar com uma maioria absoluta; e isso é fundamental. Temos memória e sabemos como esse pormenor possibilitou que gente incompetente, arrogante e obstinada perpetrasse o mais vil ataque ao poder democrático das escolas desde o 25 de Abril de 1974. E isso acabou. 


 


Passo pelos blogues de professores e vejo algum desencanto por causa da vitória do chefe do governo. Compreendo-os. Mas deixando de lado as ligações mais partidárias, e raciocinando apenas na defesa do poder da escola pública, temos de sublinhar que o actual PS perdeu meio milhão de votos, a alternativa real de governo, o PSD, que foi um desastre durante quase toda a legislatura, chegando atrasado e sem convicção (e com um descarado oportunismo) aos problemas dos professores e mantendo uma agenda meio encoberta e envergonhada na ideia de privatização do ensino, continua abaixo dos 30% dos votos; mas mais: o PSD mostra-se um partido conflituoso, em estado de sítio latente, sendo governado por duas figuras sisudas e muito limitadas - ambas na presidência: uma no partido e a outra em Belém -.


 


Os partidos das franjas cresceram. Isso abala o voto estrutural no bloco central e é estimulante para a democracia e para a defesa do poder democrático das escolas. Por outro lado, e apesar deste PS, a esquerda continua a ter mais votos e mais deputados.


 


É evidente que há muito trabalho de casa a realizar: o bloco de esquerda necessita de fazer "delete" no seu actual programa e conceber uma coisa de raiz e com pés e cabeça; os tradicionais CDS e PCP mantém-se fiéis aos seus percursos - muito mais os segundos do que os primeiros -, mas falta aos comunistas a experiência governativa para que alguma alteração significativa aconteça. 


 


Por tudo isto, e se se quiser fazer uma análise atenta dos resultados eleitorais, os tempos que se avizinham são estimulantes e renovam a esperança dos professores que passaram os últimos quatro anos a lutar contra um pacote desastroso de políticas Educativas. Ficou tudo em aberto, quer parecer-me.

domingo, 27 de setembro de 2009

despedimento

 



Foi daqui.


 


 


Esta noite eleitoral fica marcada por dois instantes que devem ter emocionado muitos professores: o fim da maioria absoluta e o momento em que Francisco Louçã sublinhou o despedimento da ainda ministra da Educação.


 

o fim da arrogância

 


 



Foi daqui. 


 


 


É evidente que o início de um exercício político arrogante não se decreta e o seu epílogo também não. Mas os professores que lutaram de forma digna e quase heróica contra as mais negras políticas educativas da história da nossa jovem democracia têm todos os motivos para festejar o fim desta arrogante maioria absoluta. É a todos esses que quero significar a minha comovida homenagem. 


 


Vamos ver o que o futuro nos reserva; a luta continuará em defesa da escola pública de qualidade para todos, do poder democrática da escola e com a ideia de derrubar o muro de burocracia que asfixia a possibilidade do ensino.

legislativas 2009 - tempo de espera

 


 



Foi daqui. 


 


 


 


 


... resultados aqui.