(encontrei esta imagem aqui)
Ministério afirma que sem objectivos individuais não há avaliação de professores
A sério? Mas mesmo a sério? Há, por exemplo, alguma relação entre os objectivos individuais e a pontuação de 1 a 10 que um professor obtém no final do ciclo de avaliação? Não há a mais ténue relação. Os objectivos individuais são uma excrescência para dar um ar de modernidade e para garantir o que é óbvio: nada se faz sem objectivos. Mas entre esta última asserção e os fundamentos aduzidos pelo ministério da Educação actual vai um abismo descomunal mas que ajuda a explicar o estado de desorientação a que se chegou.
E ainda a saga dessa coisa supérflua que dá pelo nome de objectivos individuais no monstro burocrático que em Janeiro de 2008 era para cumprir "já e sem delongas" porque estava na hora de dar, finalmente, lugar ao propalado rigor. Foi o que se viu. Mais de um ano depois, a sapiente senhora ministra da Educação ainda anda metida nisto. É uma coisa descomunal. Vamos ver o que se diz, por hoje, na Assembleia da República..
"Os maus pais são os que acham que a criança tem direito a tudo"
Coisa antiga, como se sabe.
Tendo em conta, o que a teoria da pedagogia por objectivos pretende, não diria que nada se faz sem objectivos, acho mesmo que a maior parte das coisas se faz sem objectivos.
ResponderEliminarNada se faz sem intenção, isso é verdade!
Fizeste-me rir com vontade. Definamos então as intenções. Há até um livrinho antigo de Michael Scriven que tem como título: ACO e ASO, salvo erro. Avaliação com referência a objectivos e avaliação sem referência a objectivos. MS defende que em regar acontece a segunda opção.
ResponderEliminar