quinta-feira, 15 de outubro de 2009

da blogosfera (002)

 


 



Foi daqui.


 


 


Dois textos imperdíveis sobre os rankings das escolas.


 


 


Como trepar 700 lugares no ranking nacional; aqui.





 


"(...) As práticas lectivas, os apoios dados pela escola, a qualidade dos professores e mais uma mão-cheia de balelas que enchem páginas de jornais, revistas e blogues, são de uma irrelevância brutal neste assunto. Lamento como tanto se insiste em factores que, na minha humilde opinião, não passam de poeira, de tão insignificantesque são.

 

 

E falo com conhecimento de causa. Fui professor destes alunos que subiram 700 lugares no ranking, durante todo o 3º ciclo, e preparei-os para o exame nacional. Tal como todos os meus colegas de Matemática que também prepararam os seus alunos para o exame nacional. Ao contrário do que muitos patetas pensam, não se faz pão sem farinha! E a minha escola teve muita sorte, porque, em 2009, teve um saco cheio de farinha, quando habitualmente o saco traz bem mais areia do que farinha..."




 

Ler Popper faz bem; aqui.





"(...) E ao contrário do que alguns comentadores querem fazer crer não é a teoria da adesivagem que está em jogo! O que está em jogo é o balanço da mais agressiva política educativa desenvolvida nas últimas décadas e que serviu, quando deu jeito, para justificar sucessos parciais, mas já se esquece quando se trata de fundamentar os insucessos.


Que fique claro: o que deve estar em causa é a avaliação da política ministerial, infelizmente só possível depois das eleições porque os dados sobre os resultados dos exames, disponíveis desde que a sua classificação foi feita, só foram libertados depois das eleições legislativas e autárquicas.


Cirurgicamente.


Porque se assim não fosse teria sido visível o esplendor do declínio do sector público do ensino no final de um mandato para esquecer, tamanhos foram os erros cometidos e não admitidos por esta equipa ministrial que fez uma aposta em mais escola, mas não em melhor escola."



 

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