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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

da blogosfera (008)

 


 


 



Foi daqui.


 


 


 


Uma fracção duma fracção; aqui.


 


"(...)Nem por sombras. Um bom modelo de avaliação é condição necessária para que tenhamos melhores professores, mas está longe, muito longe, de ser condição suficiente. Uma melhoria significativa da qualidade dos professores implicaria, logo na fase de recrutamento, que se fosse buscar às universidades os melhores graduados - competindo as escolas, para tal, com outras carreiras e com outras opções de vida, incluindo a emigração que nos está a privar, dia a dia, dos nossos jovens mais qualificados. A carreira docente precisaria, para atrair estes jovens, de ser muito mais atraente do que é hoje - quer em termos de remuneração, quer de estabilidade, quer de probabilidades de progressão, quer em prerrogativas - e destaco, de entre estas, a que mais afronta a tradicional inveja e o tradicional anti-intelectualismo dos portugueses: tempo livre para reflectir, estudar e adquirir o ascendente cultural que, mais do que qualquer outra coisa, confere autoridade aos professores. É esta, de resto, a moeda utilizada em todo o mundo, à falta de dinheiro, para pagar aos professores.(...)"


 


Não comentar chega?; aqui.


 


"O que está em causa neste conjunto de averiguações e processos que envolvem figuras públicas é a mais terrível das suspeitas que se pode forjar em democracia: a da corrupção, a do tráfico de influências. Mas acima dela, suspeita das suspeitas, insidiosa e perigosa como nenhuma outra, é a de que não estamos em condições, não podemos nem queremos, dar combate incessante à corrupção e ao tráfico de influências.


É por isso que aos governantes, instados a pronunciar-se sobre os casos, não basta talvez dizer não comento. Eu preferiria que, mantendo o não comento os casos, reafirmassem a sua vontade de esclarecimento cabal e célere das suspeitas, o compromisso de combate total à corrupção, venha ela donde vier, o seu empenho em que a lei seja cumprida e a ética republicana respeitada." 

 

Em pouco mais de 1000 caracteres; aqui.

 


"Curtas sugestões para a nova ministra da Educação, para a edição de hoje do I:


A nova ministra da Educação, caso seja ela a definir efectivamente a política do seu ministério, deverá concentrar a sua acção em quatro vectores essenciais:


Pacificar o ambiente que existe entre a classe docente e a tutela, contribuindo de forma activa para ultrapassar a imensa quebra de confiança que se criou durante o mandato anterior. Para isso é essencial que reabra o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente e dê sinais inequívocos que o modelo de avaliação do desempenho é para ser substituído até final de 2009.


Fomentar um clima de exigência, rigor e disciplina no trabalho quotidiano das escolas, a todos os níveis, incluindo uma responsabilização directa dos alunos (e famílias) pela sua assiduidade, pelo seu desempenho e comportamento na sala de aula e nos espaços escolares.


Promover de forma consequente uma reflexão profunda sobre a reorganização dos ciclos de escolaridade, a estrutura curricular e os conteúdos programáticos das diversas disciplinas.


Apostar num ensino de qualidade e não apenas de quantidade, em especial no que se refere à chamada escola a tempo inteiro e à ocupação plena dos tempos escolares. Mais escola não significa necessariamente melhor escola."



 

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

da blogosfera (006)

 


 



Foi daqui.


 


 


 



Isabel não calçada nem calcada, a nova ministra da educação…, aqui.


 




"Se a Isabel, ministra, a tal que é Alçada e não calcada (não Calçada e também não Teresa), naturalmente se assumir a ela própria tal como foi e é, sem outros desnecessários -vãos e inglórios- heterónimos e pseudónimos (literários ou não), garanto-vos: a Isabel, a tal que agora não é calcada nem cilindrada,  será uma óptima(?) Ministra da Educação!





Porém (não há bela sem pelo menos um senão), só o será se se assumir, perante Sócrates e seus súbditos politiqueiros anões intelectuais, tal como a conheci antes e muitos de nós a conhecemos ainda hoje: honesta, geradora de consensos, apaziguadora, aberta à inovação e, mais do que boa ouvinte -que o é de facto, in juris-, conseguir ser menos ‘replicante’ do discurso oficial e ser mais falante do controverso e confuso estado de alma da educação em Portugal e no mundo ocidental.





Sei(!) que ela é, de entre todo o elenco ministerial que agora tomou posse, a que, se quiser, mais se aproxima do novo paradigma político transnacionalproactivo: a de pertencer e a de contribuir activamente para a renovadora universalização  da  ‘Geração Obama’(!)





Conseguirá a Isabel (a tal que é Alçada e não calcada), ser ela própria sem outra desnecessária ficção que não seja a de que ‘ela somos nós’?… (OBs. Em futuro post explicarei este meu conceito).





Sou franco: virtualmente a Isabel, não calcada, é a melhor ministra da educação do pós 25 de Abril. A minha verdade (in)confessa é a de que ela nunca terminará o que a partidocracia (particularmente a socrática) não lhe permitirá começar.





E a Isabel, já pensou nisto? Quer, ou não, fazer parte da geração Obama? Respondo: por ela sei que sim; pelo seu novo pseudónimo político, talvez(?) não.



 


Beijos à Isabel! Até já."


 


 

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

da blogosfera (002)

 


 



Foi daqui.


 


 


Dois textos imperdíveis sobre os rankings das escolas.


 


 


Como trepar 700 lugares no ranking nacional; aqui.





 


"(...) As práticas lectivas, os apoios dados pela escola, a qualidade dos professores e mais uma mão-cheia de balelas que enchem páginas de jornais, revistas e blogues, são de uma irrelevância brutal neste assunto. Lamento como tanto se insiste em factores que, na minha humilde opinião, não passam de poeira, de tão insignificantesque são.

 

 

E falo com conhecimento de causa. Fui professor destes alunos que subiram 700 lugares no ranking, durante todo o 3º ciclo, e preparei-os para o exame nacional. Tal como todos os meus colegas de Matemática que também prepararam os seus alunos para o exame nacional. Ao contrário do que muitos patetas pensam, não se faz pão sem farinha! E a minha escola teve muita sorte, porque, em 2009, teve um saco cheio de farinha, quando habitualmente o saco traz bem mais areia do que farinha..."




 

Ler Popper faz bem; aqui.





"(...) E ao contrário do que alguns comentadores querem fazer crer não é a teoria da adesivagem que está em jogo! O que está em jogo é o balanço da mais agressiva política educativa desenvolvida nas últimas décadas e que serviu, quando deu jeito, para justificar sucessos parciais, mas já se esquece quando se trata de fundamentar os insucessos.


Que fique claro: o que deve estar em causa é a avaliação da política ministerial, infelizmente só possível depois das eleições porque os dados sobre os resultados dos exames, disponíveis desde que a sua classificação foi feita, só foram libertados depois das eleições legislativas e autárquicas.


Cirurgicamente.


Porque se assim não fosse teria sido visível o esplendor do declínio do sector público do ensino no final de um mandato para esquecer, tamanhos foram os erros cometidos e não admitidos por esta equipa ministrial que fez uma aposta em mais escola, mas não em melhor escola."



 

terça-feira, 13 de outubro de 2009

da blogosfera (001)

 



Foi daqui. 


 


Vou iniciar uma rubrica com a intenção de dar a conhecer alguns dos textos que leio na blogosfera. Colarei os textos, ou apenas uma parte, com a nomeação dos respectivas ligações.


 


Hoje vai ser assim:


 


 


Fim de ciclo. Aqui.





Enfim, terminou o longo ciclo eleitoral que começou com o PS a descer perigosamente e acabou com o PS a ganhar, e dois vencedores políticos: António Costa e José Sócrates. Este ciclo abriu a caixa de Pandora das eleições presidenciais (o que não era previsível) e relançou a crise "refundacional" do PSD. Consolidou o Bloco de Esquerda mas espero que tenha moderado a arrogância triunfalista de alguns dos seus dirigentes. Recolocou CDS e PCP nos respectivos lados e credibilizou-os (viabilizou-os?) como parceiros.  Obrigou o eleitorado a fazer múltiplas escolhas em pouco tempo e a tomar opções complexas e por vezes cirúrgicas, o que, evidentemente, fragilizou as empresas de sondagens.








Tudo à espera do novo governo. Aqui.





1. Vivemos um compasso de espera. A tranquilidade reina. Quase apetece dizer que seria bom que não houvesse Governo. Deve ser assim - com poucas leis e ainda menos mudanças na vida das pessoas - que os suecos, os finlandeses, os noruegueses, os australianos e os neozelandeses vivem. Também gostava de viver num país onde impera a classe média, os pobres são praticamente inexistentes, os políticos não chateiam e não se dá pela existência dos governantes. (...)





A fera amansada. Aqui.





Saúdo de forma efusiva, entusiasmada e pletórica esta atitude do indigitado PM, pelo modo como corajosa, firme e humildemente decide rasgar com a prática do PM cessante, responsável pelo velho clima político, caracterizado pelo não-diálogo.


Ainda bem que há eleições e rotativismo de personalidade.



Sócrates quer criar «novo clima político» em diálogo


José Sócrates disse, esta segunda-feira, após ser indigitado como primeiro-ministro pelo Presidente da República, que quer criar um novo clima político em diálogo.