Foram dezassete as rubricas que dediquei ao esboroar do monstro; monstro foi o nome que escolhi para baptizar aquilo que foi a formulação inicial do modelo de avaliação dos professores. Conjuguei-o em esboroar porque tinha a mais firme convicção de que a criatura fantástica era inaplicável.
Nesta altura importa sublinhar que aquele tenaz devaneio burocrático foi derrubado. E caiu, apenas, porque era inexequível.
Espero que o que se venha a construir resulte de alguma aprendizagem com o que vivemos nestes aterradores últimos quatro anos. Era bom que se aproveitasse o balanço para derrubar o muro de burocracia, e de burocratas loucos, que asfixiam a possibilidade do ensino e o poder democrático das escolas. Urge devolver a escola aos que estão comprometidos com a sala de aula e com a ideia de ensinar.
É lindo e nem quero acreditar que o pesadelo está a acabar. Estamos de parabéns, sem dúvida. Falta o estatuto e a gestão e mais aquelas coisas que sabemos.
ResponderEliminarViva Maria.
ResponderEliminarTenho sublinhado um tema de cada vez para não estar a escrever sempre as mesmas coisas. Mas estou de acordo. Aliás, a gestão e o estatuto são ainda mais nefastas para o poder democrática da escola. E temos mais assuntos importantes: a escola a tempo inteiro exige uma importante discussão nacional sobre a articulação entre os horários de trabalho e o tempo para os mais pequenos.
Obrigado por comentar.
Jamais esqueceremos.
ResponderEliminar"Urge devolver a escola aos que estão comprometidos com a sala de aula e com a ideia de ensinar."
ResponderEliminarLapidar meu caro Paulo.
ResponderEliminarObrigado.
ResponderEliminar