sexta-feira, 23 de outubro de 2009

esboroar do monstro (17)

 



Foi daqui.


 


 


Foram dezassete as rubricas que dediquei ao esboroar do monstro; monstro foi o nome que escolhi para baptizar aquilo que foi a formulação inicial do modelo de avaliação dos professores. Conjuguei-o em esboroar porque tinha a mais firme convicção de que a criatura fantástica era inaplicável.


 


Nesta altura importa sublinhar que aquele tenaz devaneio burocrático foi derrubadoE caiu, apenas, porque era inexequível.


 


Espero que o que se venha a construir resulte de alguma aprendizagem com o que vivemos nestes aterradores últimos quatro anos. Era bom que se aproveitasse o balanço para derrubar o muro de burocracia, e de burocratas loucos, que asfixiam a possibilidade do ensino e o poder democrático das escolas. Urge devolver a escola aos que estão comprometidos com a sala de aula e com a ideia de ensinar.

6 comentários:

  1. É lindo e nem quero acreditar que o pesadelo está a acabar. Estamos de parabéns, sem dúvida. Falta o estatuto e a gestão e mais aquelas coisas que sabemos.

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  2. Viva Maria.

    Tenho sublinhado um tema de cada vez para não estar a escrever sempre as mesmas coisas. Mas estou de acordo. Aliás, a gestão e o estatuto são ainda mais nefastas para o poder democrática da escola. E temos mais assuntos importantes: a escola a tempo inteiro exige uma importante discussão nacional sobre a articulação entre os horários de trabalho e o tempo para os mais pequenos.

    Obrigado por comentar.

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  3. Um professor resistente23 de outubro de 2009 às 21:44

    "Urge devolver a escola aos que estão comprometidos com a sala de aula e com a ideia de ensinar."

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  4. Lapidar meu caro Paulo.

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