Faz tempo que escrevi assim: "O Calvin é um verdadeiro clássico. Vem isto a propósito de outro clássico da vida das sociedades: a recuperação da autoridade (por parte dos adultos em relação às crianças e aos jovens) na vida das escolas e não só, claro. No que se refere ao quotidiano das nossas escolas, pode dizer-se assim: a autoridade é também um direito do aluno; de todos os alunos, salientando-se que nesse grupo estão incluídos os que têm mais vontade em aprender. E isso, o exercício da autoridade, deve acontecer com os professores mais capazes de liderar e com os professores menos capazes de liderar. E por mais voltas que dermos, tudo começa na casa de cada um. Quando não começa, a escola tem de o impor: com regras simples e claras e sem tibiezas. Mas, para isso, a escola não pode estar só nem a tempo inteiro: é isso que as crianças e os jovens esperam e desejam."
Pelos vistos não estou sozinho nesta forma de colocar o problema.
Ora leia aqui.
"...a autoridade é também um direito do aluno; de todos os alunos, salientando-se que nesse grupo estão incluídos os que têm mais vontade em aprender." e é suficiente.
ResponderEliminare um sorriso. Será assim tão difícil simplificar?
ResponderEliminarBem observado e registado.
ResponderEliminarOs jovens têm muito tempo morto nas mãos! Não admira encontrar um grupo a passear alguns desses cães saídos de uma luta organizada, para surpreender e obrigar um idoso a enfiar salsichas nas próprias calças, e a fugir o mais que possa antes de os cães serem soltos, só para ser perseguido e caçado como um animal, para ser mordido, urinando, gritando por auxílio e tentando afastar o perigo, sendo derrubado, chorando, despido à dentada, assistindo à própria mutilação num coro estéreo de rosnar, enquanto é mastigado, ficando sem orelha, falanges dos dedos nas mãos, parte dos órgãos genitais, observando uma mistura de satisfação e preocupação no rosto de quem o rodeia, a perder sangue e a revirar os olhos lacrimejantes em asfixia muda, enxovalhado como um boneco, abandonado até à morte... Basta de facilitismo em Portugal!
ResponderEliminarAs palavras do Dr. Laborinho são, sem dúvida, preciosas e enquadram-se bem na realidade da Escola Pública Portuguesa. Em Portugal não há disciplina, não há estudo, a política do governo da Ex- Ministra Lurdes deixou a escola no caos. Os professores não são respeitados, os alunos com 12 e 14 anos recebem preservativos aconselhados pelo Ministério. Caos, simplesmente o Caos.
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