Se no caso "face oculta" se sabe que o empresário Godinho conhecia com quatro ou cinco dias de antecedência os resultados dos acórdãos da justiça, como é que se quer que os professores de Santo Onofre não se interroguem pelo facto do Conselho Executivo ali destituído ser o único que se confronta com um não da justiça às suas pretensões. Como já escrevi, nem a letra da lei, nem a jurisprudência, nem muito menos a doutrina ajudam a perceber a recusa dos tribunais.
Como vos compreendo. O caso de Santo Onofre levanta dúvidas.
ResponderEliminarMUITAS DÚVIDAS MESMO.
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